Pessoa: heterónimos

Poesias – Heterónimos Livro

de Fernando Pessoa

introdução e organização de Auxília Ramos e Zaida Braga 

Porto Editora

Sinopse

Torno-me eles e não eu – é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de “outros eus”, a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias.

Os heterónimos Alberto Caeiro – o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um inocente guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.

Isabel Allende

Zorro, o Começo da Lenda

Isabel Allende

Sinopse

Nascido no Sul da Califórnia no século XVIII, Diego de la Veja é um rapaz preso entre dois mundos. O pai, um militar aristocrata espanhol, é um importante latifundiário. A mãe, por outro lado, é uma guerreira da tribo indígena shoshone. Da avó materna, Coruja Branca, aprende os costumes da sua gente, enquanto que do pai aprende a arte da esgrima e como marcar o gado. Durante a infância, cheia de traquinices e aventuras, Diego é testemunha das brutais injustiças que os indígenas norte-americanos enfrentam pela parte dos colonos europeus, e sente pela primeira vez um conflito interior em relação à sua herança. Aos 16 anos, Diego é enviado a Barcelona para receber uma educação europeia. Num país oprimido pela corrupção do domínio napoleónico, o jovem decide seguir o exemplo do seu célebre professor de esgrima, e adere “Á Justiça”, um movimento clandestino de resistência, que se dedica a ajudar os pobres e indefesos. Imerso num mundo de um ambiente de revolta e desordem, enfrenta pela primeira vez um grande rival que vem de um mundo de privilégio. Entre a Califórnia e Barcelona, o Novo Mundo e o Velho Continente, forma-se a personagem do Zorro, nasce um grande herói e começa a lenda. Depois de muitas aventuras – duelos ao amanhecer, violentas batalhas marítimas com piratas e resgates impossíveis -, Diego de la Veja, conhecido também como Zorro, regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu, em busca de justiça para todos aqueles que não podem lutar por si próprios.

Literatura espanhola

A Arte de Matar Dragões Livro

de Ignacio del Valle 

Sinopse

A Arte de Matar Dragões não é apenas um romance de mistério sobre traficantes de arte e ajustes de contas na Espanha do pós-guerra. É também a história de um amor impossível, e um relato iniciático onde o quadro de um anónimo pintor italiano parece ocultar um segredo que se sobrepõe à razão e à história, preservando o espírito da cavalaria medieval através dos séculos num país dominado pela crueldade e pelo ódio.

Pouco depois do fim da guerra civil, os serviços secretos do Alto Estado-Maior franquista recebem a missão de localizar A Arte de Matar Dragões, um quadro desaparecido durante a transferência do espólio do Museu do Prado para o estrangeiro ordenada pelos republicanos. A ordem vem do próprio Serrano Suñer, cunhado do ditador, e caberá a Arturo ¿ um agente de passado obscuro e duvidosas convicções políticas ¿ investigar o desconcertante périplo da obra.

A Arte de Matar Dragões foi galardoado com o Prémio Felipe Trigo de Novela, revelando o seu autor, Ignacio del Valle, como uma das vozes mais originais e marcantes da narrativa espanhola recente.

Este é o segundo romance do autor a ser traduzido para a língua portuguesa. O primeiro foi O Tempo dos Imperadores Estranhos (Porto Editora, 2008), distinguido com o Premio de la Crítica de Asturias, o Premio Libro con Huella e a menção especial do Premio Dashiell Hammett.

Um épico de ação e aventura

Jaguar

J. Pedro Baltasar

Um novo autor português que escreveu um épico cheio de ação e aventura, é fã de todos os grandes clássicos de aventuras (de Júlio Verne a Arthur Conan Doyle e Rider Haggard).

O enredo
Terá o Eldorado realmente existido? Um estranho quadro do século XVI e o diário de um dos lugar-tenentes de Hernán Cortés são o ponto de partida para uma aventura vertiginosa que retoma o espírito dos antigos exploradores.

Em pleno século XXI, em Londres, um assalto mal-sucedido traz à superfície provas da existência de uma forma de vida até então desconhecida. O tenente James Cadwell, da Scotland Yard, é chamado a investigar o caso. Numa situação de puro terror, cruza-se com a bela e invulgar Daniela, descendente de uma antiga raça, artificialmente gerada no México pré-colombiano: os homens-jaguar. Passo a passo, as relíquias do passado e as descobertas presentes revelam-se inesperadamente ligadas, e o mistério sobre as suas origens poderá encontrar-se na cidade perdida.

Romance de José Rodrigues dos Santos

O Último Segredo

José Rodrigues dos Santos

O novo romance de José Rodrigues dos Santos.

Uma paleógrafa é brutalmente assassinada na Biblioteca Vaticana quando consultava um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, o Codex Vaticanus.

A polícia italiana convoca o célebre historiador e criptanalista português, Tomás Noronha, e mostra-lhe uma estranha mensagem deixada pelo assassino ao lado do cadáver. A inspectora encarregada do caso é Valentina Ferro, uma beldade italiana que convence Tomás a ajudá-la no inquérito. Mas a sucessão de homicídios semelhantes noutros pontos do globo leva os dois investigadores a suspeitarem de que as vítimas estariam envolvidas em algo que as transcendia.

Na busca da solução para os crimes, Tomás e Valentina põem-se no trilho dos enigmas da Bíblia, uma demanda que os conduzirá à Terra Santa e os colocará diante do último segredo do Novo Testamento.

A verdadeira identidade de Jesus Cristo

Baseando-se em informações genuínas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra excepcional como o grande mestre do mistério. Mais do que um notável romance, O Último Segredo desvenda-nos a chave do mais desconcertante enigma das Escrituras.

Romance histórico

A Papisa Joana

Donna Woolfolk Cross

Sinopse

Personagem histórica envolta em lenda, a papisa Joana protagoniza a notável ascensão de uma mulher que não aceita as limitações que a sua época lhe impõe. Dotada de uma inteligência esclarecida e de uma imensa força de carácter, atinge o mais elevado grau da hierarquia religiosa católica. Apoiado numa investigação rigorosa, este é um romance magnífico, cativante, que prende o leitor nas complexidades da luta pelo poder, das conspirações e segredos políticos e dos fanatismos sangrentos. O livro que inspirou um grande filme épico realizado em 2010.

Literatura juvenil

Dr. Maníaco vs. Robby Schwartz Livro

 de R. L. Stine

Perigo Digital!
Robby cria banda desenhada no computador. O seu personagem preferido é o Dr. Maníaco, um supervilão estranho e maldoso. O Dr. Maníaco não é um médico a sério, mas é um maníaco, sem dúvida. E agora anda à solta… no mundo real!
Entretanto, sete miúdos estão aprisionados no conhecido parque temático chamado TerrorLândia. Conseguirá Robby aguentar-se tempo suficiente para os procurar e salvar? Na Aldeia dos Lobisomens a situação está peluda…

Oferta da Porto Editora.

MIT oferece livros

Trata-se de uma coleção digital de livros clássicos já esgotados sobre arquitetura e estudos urbanos editados pelo célebre Massachusetts Institute of Technology, um prestigiado centro de investigação e ensino superior a nível mundial.

American Design Ethic: A History of Industrial Design
Arthur J. Pulos
1983

The Politics of Park Design: A History of Urban Parks in America
Galen Cranz
1982

Sotsgorod: The Problem of Building Socialist Cities
N. A. Miliutin, George R. Collins, and William Alex
1975

Architectural Space in Ancient Greece
Constantinos A. Doxiadis
1972

On Leon Battista Alberti: His Literary and Aesthetic Theories
Mark Jarzombek
1990

Possible Palladian Villas (Plus a Few Instructively Impossible Ones)
Richard Freedman and George L. Hersey
1992

Modernity and Housing
Peter G. Rowe
1993

The Open Hand: Essays on Le Corbusier
Russell Walden
1977

The Harvard Jerusalem Studio: Urban Designs for the Holy City
Moshe Safdie
1987

Orthogonal Town Planning in Antiquity
Ferdinando Castagnoli
1967

Beyond Habitat
Moshe Safdie
1970

The Education of the Architect: Historiography, Urbanism, and the Growth of Architectural Knowledge
Martha Pollak
1997

The Dream of the Factory-Made House: Walter Gropius and Konrad Wachsmann
Gilbert Herbert
1984

Why Architects Draw
Edward Robbins
1994

The Architecture Machine: Toward a More Human Environment
Nicholas Negroponte
1970

Soft Architecture Machines
Nicholas Negroponte
1976

The Architecture of Erik Gunnar Asplund
Stuart Wrede
1980

Gottfried Semper: In Search of Architecture
Wolfgang Herrmann
1984

Frank Lloyd Wright versus America: The 1930s
Donald Leslie Johnson
1990

Rebuilding Central Park: A Management and Restoration Plan
Elizabeth Barlow Rogers, Marianne Cramer, Judith L. Heinz, Bruce Kelly, Philip N. Winslow, and John Berendt
1987

The Staircase, Volume 1: History and Theories
John Templer
1992

The Staircase, Volume 2 : Studies of Hazards, Falls, and Safer Design
John Templer
1992

Megalopolis: The Urbanized Northeastern Seaboard of the United States
Jean Gottmann
1964

Designing Paris: The Architecture of Duban, Labrouste Duc, and Vaudoyer
David Van Zanten
1987

Architecture in the Scandinavian Countries
Marian C. Donnelly
1991

Technics and Architecture: The Development of Materials and Systems for Building
Cecil D. Elliott
1992

Architecture, Ceremonial, and Power: The Topkapi Palace in the Fifteenth and Sixteenth Centuries
Gülru Necipoglu
1992

Architecture, Poetry, and Number in the Royal Palace at Caserta
George L. Hersey
1983

Making A Middle Landscape
Peter G. Rowe
1991

Le Corbusier, the Noble Savage: Toward an Archaeology of Modernism
Adolf Max Vogt
1998

Survey of Architectural History in Cambridge, Second Edition
East Cambridge
Cambridge Historical Commission
1989

Survey of Architectural History in Cambridge, Volume 2
Mid-Cambridge
Cambridge Historical Commission
1967

Survey of Architectural History in Cambridge, Volume 3
Cambridgeport
Cambridge Historical Commission
1971

Survey of Architectural History in Cambridge, Volume 5
Northwest Cambridge
Cambridge Historical Commission
1977

Requalificação da biblioteca da EB 2 da Pampilhosa: agradecimento

A Biblioteca da Escola Básica n.º 2 da Pampilhosa está a ser requalificada. Temos a agradecer publicamente a muita gente envolvida. Quando os trabalhos estiverem concluídos, fá-lo-emos.

Para já, vai uma palavra de reconhecimento para o corpo do Pessoal Não Docente da escola que colaborou com muito boa vontade e empenho nos trabalhos de remoção do mobiliário e dos livros e na sua recolocação após as obras.

Hoje, numa só manhã, trabalhou-se muito e sempre com muito boa disposição.

Insistimos em fazer uma fotografia da equipa porque quem trabalha bem merece reconhecimento público.

A Equipa das Bibliotecas agradece-lhes muito.

Vídeos de Educação Ambiental

Fernando Rodrigues de Almeida, do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas) tem criado pequenos filmes pedagógicos pensados para auxiliar os professores a tratar temas relacionados com a Educação Ambiental.

São duas séries de filmes para níveis etários distintos que poderão auxiliar os docentes na lecionação de diversas disciplinas e conteúdos das áreas das Ciências da Natureza e da Geografia, e muito em particular os que lecionam Cidadania e Desenvolvimento.

A série para os mais jovens (até ao segundo ciclo) é a série “A Mica Ajuda a Natureza”, e conta com episódios sobre os seguintes temas: A Nossa Água; As Nossas Dunas; As Pequenas Aves; O Nosso Mar; O Nosso Solo; Os Insetos Polinizadores; Os plásticos.

Para os alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário existe uma outra série, “Jovens Investigadores”, e que conta com os seguintes filmes: A Nossa Água; As Nossas Dunas; As Aves Insetívoras; As Espécies Invasoras; Grandes Causas Ambientais; Insetos Polinizadores; O Nosso Mar; O Nosso Solo.

CANAL YOUTUBE

ICNF

Semana da Leitura da leitura em Amares

Clicar na imagem para acesso ao conteúdo.

Jorge Brandão Carvalho, Professor-Bibliotecário das Bibliotecas Escolares de Amares divulgou, no início da Semana da Leitura, a plataforma que foi criada para apoio ao E@D, com poesia de autores de língua portuguesa, criada na ferramenta genial.ly. 

Um espaço de poemas de autores de língua portuguesa, acompanhados de vídeos de versões musicais desses poemas. São 60 exemplos de vários poetas (de Dom Dinis a Capicua), vários estilos e para todas as idades, demonstrativos da riqueza e diversidade da nossa língua.

Jogos de Fuga Educativos: um recurso

O colega Carlos Alberto Silva, do AE de Porto de Mós, enviou-nos a seguinte mensagem:

No âmbito da Semana da Leitura e do apoio ao Ensino à Distância, a BECRE-AEPM está a desenvolver, na sua página, um repositório de Jogos de Fuga Educativos digitais (também conhecidos como Escape Rooms Educativos).

Os Jogos de Fuga Educativos são inspirados nas «salas de fuga» físicas, promovidas por empresas de entretenimento.

As possibilidades pedagógicas deste modelo pedagógico «gamificado» são imensas, podendo envolver conteúdos das mais variadas disciplinas e promovendo, através do jogo, o desenvolvimento de competências como a resolução de problemas, o pensamento lógico-matemático, a leitura e a escrita, entre outras.

Estão já disponíveis no repositório 16 JFE, destinados a vários níveis de ensino, de vários autores, alguns deles produzidos pela BECRE-AEPM.

Poderão ser acedidos no seguinte endereço: https://lermos.net/?cat=77

Rio Ave, o futebol, a literatura, Francisco Geraldes e o livro

O Rio Ave promove o gosto pela leitura através do jogador da sua equipa de futebol Francisco Geraldes e do projeto “As leituras do Francisco”

Para ver a notícia completa:

Os vilacondenses pegaram numa frase de Ziraldo, escritor brasileiro, e criaram o projeto “As leituras do Francisco” para provar que futebol e literatura não estão assim tão longe um do outro e para incentivar os jovens a ler. Francisco Geraldes foi o escolhido para liderar a iniciativa. (Tribuna Expresso, 16.02.2021)

Recursos da Rede de Bibliotecas Escolares

Na sequência do trabalho desenvolvido durante o período de confinamento no final de 2019/ 2020, as bibliotecas escolares adquiriram uma experiência que as habilita a continuar a dar, seja presencialmente, seja à distância, o seu inestimável contributo à implementação das atividades letivas e não letivas, participando no desenvolvimento de competências essenciais como a leitura, as literacias da informação e media e na concretização de programas e projetos artísticos e culturais.

Nos últimos meses, as bibliotecas têm complementado o seu serviço de referência presencial com modalidades em linha, melhorando a presença digital e garantindo que esse serviço responde às exigências dos seus diferentes utilizadores, em qualquer modalidade que o ensino se desenvolva.

Com o objetivo do apoiar as bibliotecas escolares na sua ação,

a RBE aponta os

recursos disponibilizados em 2019/ 2020

Apoio às Escolas

A página “Apoio às Escolas” disponibiliza a todos os alunos, professores, diretores, encarregados de educação e restante comunidade escolar recursos de apoio às aprendizagens e à gestão escolar, no sentido de enriquecer e valorizar os processos de ensino e aprendizagem nestes tempos de constante desafio.

É da responsabilidade da Direção-Geral da Educação em articulação com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P..

Contém hiperligações a:

  • Contributos para a implementação do Ensino a distância nas Escolas (PDF)
  • #EstudoEmCasa (Rtp)
  • Últimas notícias

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CNL: uma boa experiência com Plickers

Neste ano lectivo, a equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas da Mealhada ao planear as actividades do Concurso Nacional de Leitura, decidiu inovar na forma como os participantes do 1.º CEB (todos os alunos do 4.º ano) haveriam de responder ao questionário habitual.

Até agora, os questionários do CNL do 4.º ano eram respondidos em papel, através de questões de resposta múltipla. Este ano, dada a situação sanitária e as consequentes limitações de circulação de materiais, decidimos usar a aplicação Plickers, que tem como grande virtude a possibilidade que oferece de apresentar aos alunos questionários que não necessitam de equipamento digital para registar a resposta. Os que são elaborados em formulários da Google ou da Microsoft, por exemplo, exigem que os alunos possuam smartphone, tablet, computador, assim como ligação à Internet. Como sabemos, nem sempre todos os alunos possuem os equipamentos, sobretudo em idades mais baixas, e a ligação à rede é muito fraca em muitas das escolas.

A app Plickers prevê outro sistema de resposta: fornece, através de um documento em ficheiro PDF, 40 cartões, a serem impressos em folhas normais, cada um consistindo num código QR. Eis um exemplo de um cartão:

As imagens reproduzem o cartão número um. Cada cartão é entregue a um dos participantes, prevendo, portanto, que haja um limite de 40 participantes em cada sessão. A turma com mais alunos com que fizemos a nossa experiência, a do Luso, tem 22 alunos.

Tal como mostramos no cartão reproduzido, pode-se prever até 4 respostas possíveis. Os participantes respondem colocando o cartão na posição correcta. Projecta-se a pergunta no ecrã do projector da sala de aula, cada aluno escolhe a posição correcta do cartão, que são todos diferentes entre si, o professor, com um smartphone ou um tablet com a aplicação instalada, foca cada um dos cartões, captando a identificação de cada cartão e a resposta dada. Em segundos regista os resultados automaticamente no computador.

Antes de destas operações, há uma preparação, naturalmente. A elaboração do questionário faz-se como num programa de elaboração de formulários, com uma surpresa: podemos copiar um questionário que já tenhamos feito num programa como o Word, o Excel ou outro e colá-lo numa parte da aplicação destinada a este fim. Funciona muito bem. Tanto dá para recuperar questionários que tenhamos em arquivo, como elaborar um novo num programa que achemos mais cómodo e transferi-lo. Nem é preciso assinalar qual é a linha da pergunta e as da reposta, o sistema “conta” cada uma e atribui o lugar correspondente. Poupa imenso trabalho.

O sistema prevê que introduzamos a(s) turma(s) previamente. Também se pode transferir listagens já existentes noutros programas com o processo copiar/colar. Quando formos a apresentar o questionário a uma das turmas, temos de ter o cuidado de atribuir correctamente cada cartão ao aluno correspondente, uma vez que a app, por vezes, lista os alunos de forma ligeiramente diferente do que a que surge na pauta das turmas.

Por cada pergunta que se faça, depois do professor focar os cartões exibidos pelos alunos, a app capta as respostas e assinala os alunos que responderam. No fim, faz as contas e fornece relatórios de resposta.

Limitações: a versão gratuita permite apenas 5 perguntas em cada teste, o que permite a sua utilização para questão-aula e pouco mais. Tivemos de pagar um mês de utilização (cerca de €8, com cartão de crédito). Uma subscrição anual fica mais barata ao mês e se se achar que é um bom investimento, pode-se fazer uma subscrição de grupo ou institucional.

O balanço que a equipa faz desta experiência é muito positiva, não só pelos aspectos práticos (poupança de tempo), mas também pela novidade introduzida e muito bem recebida pelos alunos e pelos colegas que assistiram.

A aplicação não é complicada, o nosso período de aprendizagem foi relativamente curto, tendo em conta que o que sabíamos era pouco mais do que a entrada no sistema e uma vaga ideia fruto de uma descrição muito resumida que nos fizeram. O equipamento utilizado foi o vetusto computador da biblioteca da ESM em que elaborámos o questionário, os computadores e projectores existentes nas salas de aula das 9 turmas e um smartphone com uma câmara competente. É interessante referir que os cartões eram mais bem captados ao longe do que ao perto e cada focagem permitia obter a resposta de todos os cartões que estivessem à vista ao mesmo tempo.

Se houver interesse, podemos marcar uma sessão de formação.

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Conjunto de fotos originais obtidas pela professora Amélia Santos do campo Auschwitz [ver em Magisto]:

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado anualmente no dia 27 de janeiro, no aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazi de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas em 27 de janeiro de 1945. Este dia foi proclamado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto através da Resolução 60/7 [en] adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 1 de novembro de 2005. [+ info]

Com esta comemoração procura-se recordar a tragédia do Holocausto e a promover o ensino sobre o tema, de forma a manter na memória colectiva as vítimas e as circunstâncias que levaram à uma escala de atrocidades inimaginável, assim como desenvolver a consciência de que urge combater o anti-semitismo, o racismo e quaisquer outras formas de intolerância que possam levar à violência e a situações de genocídio.