ES Mealhada nas Escolíadas 2017

 

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No dia 13 de maio, a Escola Secundária de Mealhada representou o Agrupamento nas Escolíadas de 2017, apresentando as suas provas artísticas no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Esta ano, a equipa da Escola foi integrada no Polo III, ou seja no grupo de escolas de Coimbra.

Com 211 pontos, a Escola Secundária ficou em segundo lugar no Polo III, apurando-se, assim, para a final, que decorrerá no Teatro Aveirense no próximo dia 28 de maio, em Aveiro.

Mais do que um tema, as “Expressões de luz” dominaram o palco nas quatro provas em concurso.A prova de Teatro apresentou uma  “Floresta sem olhos” onde seis cegos se questionam sobre o significado da vida e da representação da realidade; a prova de dança, explorou diferentes fontes de luz por forma a criar movimentos, ritmos e direções, assim, “Cem luzes” se acenderam. Uma luz e um cenário construído com a técnica kirigami iluminaram a caixa da prova de Artes Plásticas (“De luz é a caixa”). A prova de claque (“A luz vinda do frio”) recriou um dia na vida do povo inuíte através da simulação de um dia nevado, com o destaque para a supremacia de uma não cor —o branco.

Muita foi a luz e também os pontos que deram cor às provas das escolas em competição.

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COMPETIÇÕES NACIONAIS DE CIÊNCIA 2017

O PmatE é um projeto de investigação e desenvolvimento, fundado em 1989, na Universidade de Aveiro, cuja missão é a aplicação das tecnologias da comunicação e informação (TIC) e o desenvolvimento de conteúdos e eventos para a promoção do sucesso escolar e da cultura científica.

As Competições Nacionais de Ciência (CNC) são o evento pelo qual o PmatE é mais reconhecido.

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No passado dia 10 de maio a nossa escola foi representada nas competições “Mat12” e “Fis12” pelos alunos, Joana Luís, Inês Neves, José Diogo Jesus, Nuno Laranjo, Sofia Dias e José Pedro Cruz, acompanhados pela Professora Graça Tomás.

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A equipa constituída pelos alunos Nuno Miguel Laranjo e José Diogo Jesus, obteve o 2º lugar na competição “Fis12”.

Com os resultados obtidos pelas duas outras equipas na mesma competição, a Escola conseguiu um lugar no pódio (3º lugar).

 

PARABÉNS !!!

REVISTA DE CIÊNCIA ELEMENTAR

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Revista da Casa das Ciências.

Recebemos de oferta 6 números da revista REVISTA
DE CIÊNCIA ELEMENTAR, editada pela Casa das Ciências, que serão colocados nas bibliotecas e na sala de professores da Escola Secundária e nas Escolas Básicas n.º 2 da Mealhada e da Pampilhosa.

A imagem acima colocada contém uma hiperligação à versão em PDF da revista, que pode ser importada sem reservas.

Estamos certos que, deste modo, aproximamos a biblioteca aos interesses dos utilizadores que manifestem interesse por assuntos da área das ciências naturais.

Recomendamos o acesso aos recursos disponíveis do portal da “Casa das Ciências”.

A biblioteca pode colaborar.

Natação AE Mealhada: 14 pódios nos Regionais

Equipa Natação do Agrupamento de Escolas de Mealhada, conquista 14 pódios nos Campeonatos Regionais de Desporto Escolar

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A equipa de natação do Agrupamento de Escolas de Mealhada, participou no Campeonato Regional de Desporto Escolar, realizado no dia 29 de Abril de 2017, nas Piscinas Municipais de Estarreja, em que participaram 270 alunos em representação de 50 escolas dos Distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Guarda e Viseu.

A equipa orientada pela Prof.ª Leonor Gomes e composta pelos alunos Artur Yurchuk, David Emanuel Tomé, Eduardo Gomes Fernandes, Marco André Almeida e Mário Markin, conquistou 14 pódios, 14 medalhas de ouro, 1 prata e 1 bronze.

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Pódios Agrupamento Escolas Mealhada

Artur Yurchuk:

  • 50 Costas – 2º Lugar;
  • 4×25 Estilos – 1ºLugar;
  • 4×50 Livres – 1º Lugar.

 

David Emanuel Tomé:

  • 100 Mariposa – 1º Lugar;
  • 200 Livres – 3º Lugar;
  • 4×25 Estilos – 1ºLugar;
  • 4×50 Livres – 1º Lugar.

 

Eduardo Gomes Fernandes:

  • 50 Livres – 1º Lugar;
  • 100 Livres – 1º Lugar
  • 200 Livres – 1º Lugar;
  • 4×25 Estilos – 1ºLugar;
  • 4×50 Livres – 1º Lugar.

 

Marco André Almeida:

  • 4×25 Estilos – 1ºLugar;
  • 4×50 Livres – 1º Lugar.

Viagem a Londres

Londres: a cidade onde tudo é possível

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Big Ben. London Eye. Underground. Táxis pretos. Cabines telefónicas. Autocarros de dois andares. Pontualidade Britânica.
Depois de vários anos de pesquisa e estudo da Cultura Inglesa, era quase surreal imaginar-me a visitar a minha cidade de eleição e um dos locais mais aclamados do Mundo. Foi uma experiência fantástica!
Efetivamente, tudo em Londres é fascinante. Nos Museus mais famosos do Mundo, como National Gallery, Natural History Museum e Tate Gallery, respira-se história, cultura e ciência; com fantásticas coleções permanentes únicas no Mundo. A entrada é gratuita na maioria dos museus e os horários de visita são alargados.

Os transportes são muito eficientes. Nomeadamente através do Metro, é possível viajar rapidamente e de forma cómoda a qualquer hora, aproveitando assim todas as atividades diárias. É também de referir o rigor inglês visto que as regras de trânsito são bastante respeitadas.

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Um dos pontos altos da nossa visita foi a ida à London Eye, a imponente roda gigante do Rio Tamisa. A 130 metros de altura, a visão panorâmica sobre a lindíssima cidade de Londres, precedida de um elucidativo filme 4D é, definitivamente, um dos marcos da nossa visita.

A imensa diversidade cultural impressionou-me bastante. Todas as tribos e nacionalidades estão representadas em Londres, estando perfeitamente integradas em sociedade e não sendo vítimas de qualquer tipo de preconceito ou atitude xenófoba ou racista como, infelizmente, acontece em muitas cidades europeias. Londres mostra ser uma capital global.
É deveras interessante o facto de, apesar de ser uma zona muito urbanizada, a cidade de Londres não descurar a presença de grandes parques que promovem o contacto com a natureza e com os animais no seu estado mais puro, como acontece em Hyde Park.
Por último, mas não menos importante, é de realçar o convívio saudável que existiu entre os elementos do grupo de alunos e professoras. Foi uma excelente oportunidade para conhecer melhor os nossos colegas e fazer novas amizades que não se cingem ao grupo-turma.
Em suma, Londres é intensa, vibrante, dinâmica, cercada de cultura, história e modernidade. Dois mil anos após a sua formação, continua a ser o sol no meio das nuvens cinzentas que quase todos os dias a encobrem! O desejo de a explorar cresce a cada dia.

Foi uma experiência única e inesquecível !!!

 

Inês Ramos Rego

Homenagem a Maria Helena da Rocha Pereira

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Maria Helena da Rocha Pereira (1925-2017) foi, durante décadas, uma das maiores figuras da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, investigadora e professora no Departamento dos Estudos Clássicos em Portugal, o mais prestigiado daquela instituição e referência internacional nessa área de estudos.

A biblioteca tem no ser acervo a maior parte das suas magníficas traduções das tragédias gregas, além de alguns dos seus manuais sobre as Civilizações Grega e Romana, sólidos pontos de partida para quem se queira dedicar ao estudo destes temas.

Tendo sido seu aluno no 1.º ano da minha licenciatura, gostaria de deixar uma  homenagem pessoal. Uma vez bati-lhe à porta do gabinete para lhe fazer umas perguntas e ela recebeu-me muito amavelmente e prestou-me os esclarecimentos, apesar das perguntas serem do mais pueril que se possa imaginar, eu ser um mero caloiro e ela uma Professora Catedrática. O português que falava era tão perfeito que eu tinha vergonha de abrir a boca ao pé dela com os meus barbarismos. Foi um grande privilégio ter sido seu aluno em Arte Antiga. Muito do que eu ensino nas aulas sobre arte Grega e Romana assenta nas suas aulas.

Artigos do

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Morreu a mulher que aprendeu com os gregos que as coisas belas são difíceis #

expresso

1925-2017. A mulher que não sabia conceber o infinito #
1925-2017. Maria Helena da Rocha Pereira ou como sabedoria se conjuga no feminino #
O elogio dos estudos clássicos e do papel de Maria Helena da Rocha Pereira #

VISITA DE ESTUDO

Foi na passada segunda-feira, dia 3 de abril, que os alunos do décimo ano do Agrupamento de Escolas de Mealhada visitaram o novo espaço museológico da zona ribeirinha de Lisboa, o MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia). A visita de estudo proporcionou  ainda a revisitação de “Os Lusíadas”, no Mosteiro dos Jerónimos.

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 O MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia)

Guiada pela temática da arquitetura, a visita permitiu que os alunos descobrissem o velho museu da eletricidade (sala das caldeiras) e o novo espaço futurista da arquiteta britânica Amanda Levete. Esta nova criação arquitetónica seduziu pelo seu revestimento em escamas, pela sua forma longilínea, pela sua cobertura e pelas suas quatro salas de exposições (Oval, Galeria Principal, Project Room e Video Room).

Foi ainda uma descoberta para todos o complexo diálogo entre um espaço museológico moderno e um espaço histórico de uma era mais industrial.

O novo museu da Fundação EDP revelou ser uma combinação ousada entre a cidade e o rio mas também entre a ciência e a tecnologia.

Recomenda-se a visita!

 

“Os Lusíadas” no Mosteiro dos Jerónimos

 Foi no magnífico claustro projetado por Diogo Boitaca no início do século XVI que a peça teve início. O espaço privilegiado para a meditação e recreio dos monges da Ordem de São Jerónimo revelou ser um palco dinâmico para a apresentação da biografia do príncipe dos poetas e de alguns dos seus mais célebres sonetos.

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Já na Sala do Capítulo, através de imagens vídeo, música e declamação de algumas estâncias do canto em oitava rima, os alunos revisitaram “Os Lusíadas” do 9.º ano. A viagem de Vasco da Gama, as intervenções dos deuses e a vida do poeta materializaram a dramaturgia da criação da epopeia.

Um espetáculo que agradou, mas não encantou!