Jogos de Fuga Educativos: um recurso

O colega Carlos Alberto Silva, do AE de Porto de Mós, enviou-nos a seguinte mensagem:

No âmbito da Semana da Leitura e do apoio ao Ensino à Distância, a BECRE-AEPM está a desenvolver, na sua página, um repositório de Jogos de Fuga Educativos digitais (também conhecidos como Escape Rooms Educativos).

Os Jogos de Fuga Educativos são inspirados nas «salas de fuga» físicas, promovidas por empresas de entretenimento.

As possibilidades pedagógicas deste modelo pedagógico «gamificado» são imensas, podendo envolver conteúdos das mais variadas disciplinas e promovendo, através do jogo, o desenvolvimento de competências como a resolução de problemas, o pensamento lógico-matemático, a leitura e a escrita, entre outras.

Estão já disponíveis no repositório 16 JFE, destinados a vários níveis de ensino, de vários autores, alguns deles produzidos pela BECRE-AEPM.

Poderão ser acedidos no seguinte endereço: https://lermos.net/?cat=77

Recursos da Rede de Bibliotecas Escolares

Na sequência do trabalho desenvolvido durante o período de confinamento no final de 2019/ 2020, as bibliotecas escolares adquiriram uma experiência que as habilita a continuar a dar, seja presencialmente, seja à distância, o seu inestimável contributo à implementação das atividades letivas e não letivas, participando no desenvolvimento de competências essenciais como a leitura, as literacias da informação e media e na concretização de programas e projetos artísticos e culturais.

Nos últimos meses, as bibliotecas têm complementado o seu serviço de referência presencial com modalidades em linha, melhorando a presença digital e garantindo que esse serviço responde às exigências dos seus diferentes utilizadores, em qualquer modalidade que o ensino se desenvolva.

Com o objetivo do apoiar as bibliotecas escolares na sua ação,

a RBE aponta os

recursos disponibilizados em 2019/ 2020

Apoio às Escolas

A página “Apoio às Escolas” disponibiliza a todos os alunos, professores, diretores, encarregados de educação e restante comunidade escolar recursos de apoio às aprendizagens e à gestão escolar, no sentido de enriquecer e valorizar os processos de ensino e aprendizagem nestes tempos de constante desafio.

É da responsabilidade da Direção-Geral da Educação em articulação com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P..

Contém hiperligações a:

  • Contributos para a implementação do Ensino a distância nas Escolas (PDF)
  • #EstudoEmCasa (Rtp)
  • Últimas notícias

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CNL: uma boa experiência com Plickers

Neste ano lectivo, a equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas da Mealhada ao planear as actividades do Concurso Nacional de Leitura, decidiu inovar na forma como os participantes do 1.º CEB (todos os alunos do 4.º ano) haveriam de responder ao questionário habitual.

Até agora, os questionários do CNL do 4.º ano eram respondidos em papel, através de questões de resposta múltipla. Este ano, dada a situação sanitária e as consequentes limitações de circulação de materiais, decidimos usar a aplicação Plickers, que tem como grande virtude a possibilidade que oferece de apresentar aos alunos questionários que não necessitam de equipamento digital para registar a resposta. Os que são elaborados em formulários da Google ou da Microsoft, por exemplo, exigem que os alunos possuam smartphone, tablet, computador, assim como ligação à Internet. Como sabemos, nem sempre todos os alunos possuem os equipamentos, sobretudo em idades mais baixas, e a ligação à rede é muito fraca em muitas das escolas.

A app Plickers prevê outro sistema de resposta: fornece, através de um documento em ficheiro PDF, 40 cartões, a serem impressos em folhas normais, cada um consistindo num código QR. Eis um exemplo de um cartão:

As imagens reproduzem o cartão número um. Cada cartão é entregue a um dos participantes, prevendo, portanto, que haja um limite de 40 participantes em cada sessão. A turma com mais alunos com que fizemos a nossa experiência, a do Luso, tem 22 alunos.

Tal como mostramos no cartão reproduzido, pode-se prever até 4 respostas possíveis. Os participantes respondem colocando o cartão na posição correcta. Projecta-se a pergunta no ecrã do projector da sala de aula, cada aluno escolhe a posição correcta do cartão, que são todos diferentes entre si, o professor, com um smartphone ou um tablet com a aplicação instalada, foca cada um dos cartões, captando a identificação de cada cartão e a resposta dada. Em segundos regista os resultados automaticamente no computador.

Antes de destas operações, há uma preparação, naturalmente. A elaboração do questionário faz-se como num programa de elaboração de formulários, com uma surpresa: podemos copiar um questionário que já tenhamos feito num programa como o Word, o Excel ou outro e colá-lo numa parte da aplicação destinada a este fim. Funciona muito bem. Tanto dá para recuperar questionários que tenhamos em arquivo, como elaborar um novo num programa que achemos mais cómodo e transferi-lo. Nem é preciso assinalar qual é a linha da pergunta e as da reposta, o sistema “conta” cada uma e atribui o lugar correspondente. Poupa imenso trabalho.

O sistema prevê que introduzamos a(s) turma(s) previamente. Também se pode transferir listagens já existentes noutros programas com o processo copiar/colar. Quando formos a apresentar o questionário a uma das turmas, temos de ter o cuidado de atribuir correctamente cada cartão ao aluno correspondente, uma vez que a app, por vezes, lista os alunos de forma ligeiramente diferente do que a que surge na pauta das turmas.

Por cada pergunta que se faça, depois do professor focar os cartões exibidos pelos alunos, a app capta as respostas e assinala os alunos que responderam. No fim, faz as contas e fornece relatórios de resposta.

Limitações: a versão gratuita permite apenas 5 perguntas em cada teste, o que permite a sua utilização para questão-aula e pouco mais. Tivemos de pagar um mês de utilização (cerca de €8, com cartão de crédito). Uma subscrição anual fica mais barata ao mês e se se achar que é um bom investimento, pode-se fazer uma subscrição de grupo ou institucional.

O balanço que a equipa faz desta experiência é muito positiva, não só pelos aspectos práticos (poupança de tempo), mas também pela novidade introduzida e muito bem recebida pelos alunos e pelos colegas que assistiram.

A aplicação não é complicada, o nosso período de aprendizagem foi relativamente curto, tendo em conta que o que sabíamos era pouco mais do que a entrada no sistema e uma vaga ideia fruto de uma descrição muito resumida que nos fizeram. O equipamento utilizado foi o vetusto computador da biblioteca da ESM em que elaborámos o questionário, os computadores e projectores existentes nas salas de aula das 9 turmas e um smartphone com uma câmara competente. É interessante referir que os cartões eram mais bem captados ao longe do que ao perto e cada focagem permitia obter a resposta de todos os cartões que estivessem à vista ao mesmo tempo.

Se houver interesse, podemos marcar uma sessão de formação.

U.C. desenvolve jogos em Android

osmaiasbecominganexpert

Uma equipa multidisciplinar de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), em colaboração com um programador e um grupo de designers, desenvolveu um conjunto de jogos para dispositivos móveis que pretende tornar a aprendizagem mais aliciante e interativa.

Disponíveis apenas para o sistema operativo Android, os jogos criados pelos investigadores da UC vão ser lançados oficialmente a 7 de maio, durante o 3.º Encontro sobre Jogos e Mobile-Learning, a decorrer na FPCEUC, e disponibilizados a todas as escolas que se mostrem interessadas.

No total foram quatro os jogos desenvolvidos: “1910”; “Tempoly”; “Os Maias. Becoming an expert!” e “Konnecting. O Homem, ser comunicante”.

.MAIS

Ter opinião

Da Fundação Francisco Manuel dos Santos recebemos 4 números da revista “XXI, ter opinião”, cada um contendo temas muito atuais e interessantes, úteis para servirem de material pedagógico em diversas disciplinas.

Na página do sítio da FFMS dedicada à publicação encontramos os temas de cada uma das edições.

 

Os ensaios da FFMS

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A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) tem vindo a lançar uns pequenos livros, reunidos na colecção “Ensaios da Fundação”, com a participação editorial da Relógio D’Água.
A colecção, dirigida por António Araújo, obedece aos princípios estatutários da FFMS: «conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público.». Trata-se de pequenas publicações de autores com currículo académico e público nos assuntos que desenvolvem e constituem sínteses muito interessantes para o nosso público
A Fundação ofereceu-nos 47 exemplares, a juntar aos dois que já possuíamos, que muito agradecemos.
Criada em 2009 pelos descendentes de Francisco Manuel dos Santos, a FFMS tem como principal objectivo estimular o estudo da realidade portuguesa, com o propósito de assim contribuir para o desenvolvimento da sociedade, o reforço dos direitos dos cidadãos e a melhoria das instituições públicas.
A mesma Fundação lançou a PORDATA, que fornece acesso gratuito à mais completa base de dados estatísticos do país.
  • Justino, David – Difícil é educá-los. (já existente)
  • Vieira, Maria do Carmo – O ensino do português. (já existente)
  • Morgado, Miguel – Autoridade.
  • Rosa, Maria João Valente – Portugal : os números.
  • Brito, Miguel Nogueira de – Propriedade privada : entre o privilégio e a liberdade.
  • Mendes, Fernando Ribeiro – Segurança social : o futuro hipotecado.
  • Bento, Vítor – Economia, moral e política.
  • Marques, Sibila – Descriminação da terceira idade.
  • Sousa, Luís de – Corrupção.
    Cunha, Tiago Pita e – Portugal e o mar : à redescoberta da geografia.
  • Magalhães, Pedro – Sondagens, eleições e opinião pública.
  • Vieira, Maria do Carmo – O ensino do português.
  • Fiolhais, Carlos – A ciência em Portugal.
  • Gomes, Conceição – Os atrasos da justiça.
  • Torres, Eduardo Cintra – A televisão e o serviço público.
  • Moura, Vasco Graça – A identidade cultural europeia.
  • Mónica, Maria Filomena – A morte.
  • Gonçalves, Nuno – Economia paralela.
  • Pereira, João Santos – O futuro da floresta em Portugal.
  • Guinote, Paulo – Educação e liberdade de escolha.
  • Augusto, Carlos Alberto – Sons e silêncios da paisagem sonora portuguesa.
  • Catroga, Fernando – Ensaio respublicano.
  • Matias, Gonçalo Saraiva – Migrações e cidadania.
  • Cordeiro, Mário, – Crianças e famílias num Portugal em mudança.
  • Avilez, Francisco Xavier Miranda de – A agricultura portuguesa : as últimas décadas e perspectivas para o futuro.
  • Fernandes, Jorge – O parlamento português.
  • Machado, Maria do Céu – Adolescentes.
  • Sá, Tiago Moreira de – Política externa portuguesa.
  • Santos, Mário Coutinho dos – O dinheiro.
  • Simões, Manuel Sobrinho – O cancro.
  • Pinto, Raquel Vaz – Os portugueses e o mundo.
  • Marçal, David – Pseudociência.
  • Fernandes, Tiago – A sociedade civil.
  • Belchior, Ana Maria – Confiança nas instituições políticas.
  • Galvão, Pedro – Ética com razões.
  • Fernandes, José Manuel – Liberdade e informação.
  • Santos, Loureiro dos – Forças armadas em Portugal.
  • Rosa, Maria João Valente – O envelhecimento da sociedade portuguesa.
  • Ribeiro, Gabriel Mithá – O ensino da história.
  • Centeno, Mário José Gomes de Freitas – O trabalho : uma visão de mercado.
  • Barros, Pedro Pita – Pela sua saúde.
  • Mota, Francisco Teixeira da – A liberdade de expressão em tribunal.
  • Osswald, Walter – Sobre a morte e o morrer.
  • Aboim, Sofia – A sexualidade dos portugueses.
  • Sarmento, Joaquim Miranda – Parcerias público-privadas.
  • Rosa, Maria João Valente – Portugal e a Europa : os números.
  • Garoupa, Nuno – O governo da justiça.

Aventura Social: temas interessantes

aventura

(clicar na imagem para aceder às publicações em pdf)

O Projecto Aventura Social desenvolve investigações no domínio da promoção da saúde e comportamento social no âmbito do Núcleo de Estudos do Comportamento Social na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, em parceria com o Centro da Malária e Doenças Tropicais do Instituto de Higiene e Medicina Tropical.

A nós pareceu-nos um sítio com material muito interessante para temas relacionados com a saúde e comportamento social dos adolescentes e uma fonte de informação para temas sobre sexualidade, hábitos alimentares e outros de que necessitamos para desenvolver a nossa atividade docente.

Uma visão de Portugal e da Europa em números

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Nova edição em livro electrónico da Pordata desta publicação que apresenta dados estatísticos da realidade social portuguesa desde os anos 1960.
 
Contém um resumo de indicadores da sociedade portuguesa contemporânea e  convida à discussão informada sobre quem somos, o que fazemos e como vivemos. 
 

Fundação Gapminder: o mundo da estatística

gapminderA Fundação Gapminder é uma organização privada sem fins lucrativos registada em Estocolmo, Suécia, que procura contribuir para um desenvolvimento sustentável através da produção e divulgação de dados estatísticos e outra informação a nível local e a nível global.

Uma das preocupações desta fundação é contribuir para a literacia estatística, ensinando as pessoas a interpretarem os dados e os instrumentos usados.

O sítio gapminder.org contém imensos recursos que podem ser usados em aulas, uma vez que são de licença livre, embora o material seja quase todo em inglês e algum em sueco. Contudo, alguns dos vídeos podem ser legendados em português.

É o caso do filme “Don’t Panic”:

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Este excelente documentário de cerca de 50 minutos pode ser importado e tem uma licença que permite a sua exibição livre desde que seja para fins educativos. Há disponível uma legenda em português, mas que carece de correção.

A Biblioteca já o importou e está a rever a legenda para poder ser utilizado em sala de aula. Os professores interessados poderão passar nas instalações da Biblioteca e copiar o vídeo e as legendas.

Novo portal de educação: educa.RTP

Um ponto de encontro com o conhecimento

O novo portal de educação da RTP junta vídeos, áudios, fotos, textos e infografias produzidos pelo serviço público de rádio e televisão nos últimos anos. Integra também uma área infantil onde os mais pequenos podem encontrar músicas, jogos e vídeos.

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Oficina Didática de Ciências Humanas

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(clicar na imagem para aceder ao sítio)

A ClioESE – Oficina Didática de Ciências Humanas – da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto, constitui um projeto de investigação no âmbito da Educação para as Ciências Humanas, com especial ênfase na Educação Histórica e nas áreas científicas da Geografia, da Antropologia e da Etnografia.

Desenvolve um trabalho que procura servir o universo do Ensino Básico, através de uma comunidade virtual de prática.

Esta entidade organiza, produz e divulga instumentos pedagógico-didácticos e artigos de carácter científico apropriados aos conteúdos leccionados no Ensino Básico.

Através do seu sítio, partilham materiais e recursos de todos aqueles que queiram contribuir para a base de dados.

Endereço electrónico para contactos: oficina.didactica.ch@gmail.com