Segurança na Internet na EB2 da Pampilhosa

IMG_20180220_122551

No dia 20 de fevereiro, na Escola Básica n.º 2 da Pampilhosa, os alunos do 4.º B3 (da EB 1 da Pampilhosa) e os das turmas dos 5.º e 6.º anos, distribuídos por 3 sessões, assistiram a palestras no âmbito da segurança na Internet.

Os dinamizadores foram a Prof.ª Doutora Maria José Loureiro, do ccTIC, e o doutorando e investigador Filipe Moreira, ambos da Universidade de Aveiro.

Esta atividade desenvolveu-se no âmbito das bibliotecas escolares, sendo a principal organizadora a docente Cristina Carrilho, professora de Matemática do Agrupamento e que está integrada na equipa das bibliotecas a tempo parcial. Dado o seu interesse pela área da programação, propôs desenvolver atividades nessa área e na robótica, dinamizando grupos de alunos nas EB 2 da Mealhada e da Pampilhosa. Neste momento, tem vindo a dinamizar atividades ligadas à robótica utilizando dispositivos didáticos que permitem desenvolver competências na área da programação.

Mais pormenores podem ser consultados no sítio dedicado ao projeto.

 

Anúncios

Projeto programação e robótica

cabecalho01

As Bibliotecas do Agrupamento de Escolas da Mealhada, através essencialmente do trabalho da Professora Cristina Carrilho, desenvolvem um projeto de promoção da programação e robótica.

Depois de um período inicial no ano letivo 2015/16, com o desenvolvimento de atividades envolvendo a aplicação Scratch, depois de um ano de intervalo, andamos a experimentar outras aplicações e dispositivos que têm em comum o objetivo de desenvolver competências na área da programação e robótica.

Temos envolvido essencialmente alunos do 2,º ciclo do Ensino Básico da Pampilhosa e da Mealhada, pois são aqueles que se mostraram mais receptivos. Temos notado também a adesão positiva de alguns alunos com necessidades educativas especiais que têm revelado boas aptidões para as tarefas desenvolvidas.

Scratch & Programação: cria os teus projetos

Scratch é uma das linguagens de programação mais acessíveis por não exigir conhecimentos prévios de outras linguagens. Fruto do trabalho continuado de investigação e aperfeiçoamento das linguagens e ambientes de programação para jovens (LOGO, nos anos 80), foi criada no Media Lab do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e divulgado publicamente em Maio de 2007.

scratch

Esta linguagem de programação, cujo lema é “inventa, programa, partilha”, foi concebida e desenvolvida como resposta ao problema do crescente distanciamento entre a evolução tecnológica no mundo e a fluência tecnológica dos cidadãos. Foi pensada, igualmente, para promover um contexto construcionista propício ao desenvolvimento da fluência tecnológica nos jovens, desde muito cedo, e das competências transversais ditas “para o século XXI”, nomeadamente a resolução de problemas. Os seus autores creem que poderá, ainda, permitir avançar na compreensão da eficácia e inovação do uso das tecnologias nas aprendizagens em diferentes domínios e contextos, nomeadamente na educação matemática formal e informal (pela própria natureza do ambiente), tornar os jovens criadores e inventores (mais do que meros consumidores de tecnologia) e estimular a aprendizagem cooperativa.

Na opinião de investigadores, o Scratch afigura-se como um meio tecnológico de muito potencial para o ensino e aprendizagem em diferentes contextos e/ou áreas disciplinares, permitindo que utilizadores de todos os ciclos de ensino – pré-escolar, básico, secundário e superior -, exercitem a sua criatividade, o raciocínio científico, lógico e matemático e desenvolvam variadíssimas competências, específicas e transversais, de forma interativa e lúdica.

Em Portugal, esta linguagem de programação é divulgada pelo EduScratch – projeto do Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, integrado nos projetos da Direção Geral de Educação (DGE) através da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE).