Os ensaios da FFMS

Este slideshow necessita de JavaScript.

A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) tem vindo a lançar uns pequenos livros, reunidos na colecção “Ensaios da Fundação”, com a participação editorial da Relógio D’Água.
A colecção, dirigida por António Araújo, obedece aos princípios estatutários da FFMS: «conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público.». Trata-se de pequenas publicações de autores com currículo académico e público nos assuntos que desenvolvem e constituem sínteses muito interessantes para o nosso público
A Fundação ofereceu-nos 47 exemplares, a juntar aos dois que já possuíamos, que muito agradecemos.
Criada em 2009 pelos descendentes de Francisco Manuel dos Santos, a FFMS tem como principal objectivo estimular o estudo da realidade portuguesa, com o propósito de assim contribuir para o desenvolvimento da sociedade, o reforço dos direitos dos cidadãos e a melhoria das instituições públicas.
A mesma Fundação lançou a PORDATA, que fornece acesso gratuito à mais completa base de dados estatísticos do país.
  • Justino, David – Difícil é educá-los. (já existente)
  • Vieira, Maria do Carmo – O ensino do português. (já existente)
  • Morgado, Miguel – Autoridade.
  • Rosa, Maria João Valente – Portugal : os números.
  • Brito, Miguel Nogueira de – Propriedade privada : entre o privilégio e a liberdade.
  • Mendes, Fernando Ribeiro – Segurança social : o futuro hipotecado.
  • Bento, Vítor – Economia, moral e política.
  • Marques, Sibila – Descriminação da terceira idade.
  • Sousa, Luís de – Corrupção.
    Cunha, Tiago Pita e – Portugal e o mar : à redescoberta da geografia.
  • Magalhães, Pedro – Sondagens, eleições e opinião pública.
  • Vieira, Maria do Carmo – O ensino do português.
  • Fiolhais, Carlos – A ciência em Portugal.
  • Gomes, Conceição – Os atrasos da justiça.
  • Torres, Eduardo Cintra – A televisão e o serviço público.
  • Moura, Vasco Graça – A identidade cultural europeia.
  • Mónica, Maria Filomena – A morte.
  • Gonçalves, Nuno – Economia paralela.
  • Pereira, João Santos – O futuro da floresta em Portugal.
  • Guinote, Paulo – Educação e liberdade de escolha.
  • Augusto, Carlos Alberto – Sons e silêncios da paisagem sonora portuguesa.
  • Catroga, Fernando – Ensaio respublicano.
  • Matias, Gonçalo Saraiva – Migrações e cidadania.
  • Cordeiro, Mário, – Crianças e famílias num Portugal em mudança.
  • Avilez, Francisco Xavier Miranda de – A agricultura portuguesa : as últimas décadas e perspectivas para o futuro.
  • Fernandes, Jorge – O parlamento português.
  • Machado, Maria do Céu – Adolescentes.
  • Sá, Tiago Moreira de – Política externa portuguesa.
  • Santos, Mário Coutinho dos – O dinheiro.
  • Simões, Manuel Sobrinho – O cancro.
  • Pinto, Raquel Vaz – Os portugueses e o mundo.
  • Marçal, David – Pseudociência.
  • Fernandes, Tiago – A sociedade civil.
  • Belchior, Ana Maria – Confiança nas instituições políticas.
  • Galvão, Pedro – Ética com razões.
  • Fernandes, José Manuel – Liberdade e informação.
  • Santos, Loureiro dos – Forças armadas em Portugal.
  • Rosa, Maria João Valente – O envelhecimento da sociedade portuguesa.
  • Ribeiro, Gabriel Mithá – O ensino da história.
  • Centeno, Mário José Gomes de Freitas – O trabalho : uma visão de mercado.
  • Barros, Pedro Pita – Pela sua saúde.
  • Mota, Francisco Teixeira da – A liberdade de expressão em tribunal.
  • Osswald, Walter – Sobre a morte e o morrer.
  • Aboim, Sofia – A sexualidade dos portugueses.
  • Sarmento, Joaquim Miranda – Parcerias público-privadas.
  • Rosa, Maria João Valente – Portugal e a Europa : os números.
  • Garoupa, Nuno – O governo da justiça.
Anúncios

Uma visão de Portugal e da Europa em números

pordata2015
Enter a caption
Nova edição em livro electrónico da Pordata desta publicação que apresenta dados estatísticos da realidade social portuguesa desde os anos 1960.
 
Contém um resumo de indicadores da sociedade portuguesa contemporânea e  convida à discussão informada sobre quem somos, o que fazemos e como vivemos. 
 

Património Genético Português

patrimoniagenetico1

Património Genético Português

– A História Humana Preservada nos Genes
de Filipa M. Ribeiro e Luísa Pereira
“Quem somos? De onde viemos?” são perguntas que há séculos intrigam a Humanidade e geraram as ideias e investigação científica reunidas no livro O Património Genético Português – A História Humana Preservada nos Genes.

Este livro de divulgação científica, na melhor aceção da palavra, utiliza os dados que da Genética, da Arqueologia, da Antropologia, da História e da Climatologia, para introduzir o leitor na questão das origens e migrações da população que hoje ocupa o território português ou que tenha aqui a sua origem, analisando o património genético português.

São duas as autoras:

  • Luísa Pereira, bióloga doutorada em genética populacional humana, investigadora no IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto) e Professora Afiliada na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
  • Filipa M. Ribeiro, jornalista, com duas pós-graduações: uma em jornalismo médico e de saúde e outra em genética e direito, e mestrado em Comunicação e Educação de Ciência.

Depoimento de Manuel Sobrinho Simões, do IPATIMUP :

«Há tempos que não aprendia tanto a ler um livro. Nem me divertia tanto, valha a verdade. A junção de uma especialista em genética populacional com uma jornalista de ciência criou uma obra interessantíssima, acessível, culta, com sentido de humor, que me apetece rebaptizar, à la Woody Allen: ‘Tudo o que gostaria de saber sobre a origem dos portugueses que saíram da África subsariana há muitos milhares de anos.»

VÍDEO da Ciência Viva

ARQUEOCIÊNCIAS

FMUP

Lembrar para compreender: a agonia do Estado Novo e os enigmas da sua longevidade

No passado dia 29 de Abril de 2011, no âmbito das actividades comemorativas do 25 de Abril este ano, foi proferida na Escola Secundária da Mealhada uma conferência pelo Prof. Doutor Álvaro Garrido, organizada pelo grupo de História e pela Biblioteca. O conferencista é professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, doutorado em História Económica e Social, investigador premiado e com obra importante sobre a História de Portugal do séc. XX.

A conferência teve como tema central a questão da longevidade do Estado Novo, uma vez que o autor considera intrigante e fundamental perceber porque é que este regime foi “a mais duradoira das ditaduras europeias que se formaram no período das duas guerras e a mais institucionalizada de todas elas”.

Como historiador que é, considera que a melhor maneira de comemorar o 25 de Abril é evitar o esquecimento e combater uma certa “amnésia deliberada”. A História será, pois, uma forma de construir uma “memória estruturada num discurso ordenado e racional sobre o passado”.

Álvaro Garrido apresentou seis teses que poderão explicar a longevidade do Estado Novo e do Salazarismo. (artigo completo no blogue associado)