Pessoa: heterónimos

Poesias – Heterónimos Livro

de Fernando Pessoa

introdução e organização de Auxília Ramos e Zaida Braga 

Porto Editora

Sinopse

Torno-me eles e não eu – é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de “outros eus”, a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias.

Os heterónimos Alberto Caeiro – o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um inocente guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.

Semana da Leitura da leitura em Amares

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Jorge Brandão Carvalho, Professor-Bibliotecário das Bibliotecas Escolares de Amares divulgou, no início da Semana da Leitura, a plataforma que foi criada para apoio ao E@D, com poesia de autores de língua portuguesa, criada na ferramenta genial.ly. 

Um espaço de poemas de autores de língua portuguesa, acompanhados de vídeos de versões musicais desses poemas. São 60 exemplos de vários poetas (de Dom Dinis a Capicua), vários estilos e para todas as idades, demonstrativos da riqueza e diversidade da nossa língua.

Sunset de poesia em Barcouço

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Poesia ao pôr do sol

No próximo dia 31 de maio, pelas 19:00, a turma do 4.º ano da Escola Básica de Barcouço irá realizar um Sunset de poesia na Escola com o objetivo de proporcionar um agradável momento de poesia a todos os alunos e convidados.

Esta atividade decorrerá com a colaboração da Biblioteca Escolar e será uma oportunidade para os alunos finalistas desta escola comemorarem em grande o seu final de ciclo, apreciando muito este momento de recitação poética, de leitura ou dramatização de poesia, com e para a comunidade.

Alunos do 4.º ano

E.B. de Barcouço

Abecedário dos Afetos

Em dezembro, a Biblioteca do Centro Escolar da Mealhada lançou um desafio de Natal às crianças que frequentam este estabelecimento de ensino. A partir da exploração do poema da Luísa Ducla Soares, Abecedário sem juízo (Poemas da Mentira e da Verdade, 2016), propôs-se aos alunos a construção de um poema de Natal que rimasse. A turma M4, em resposta ao desafio, construiu o Abecedário dos Afetos. Resultou num poema de todos, com todos, que agora enriquece as paredes da nossa biblioteca!

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Eugénio de Andrade: poesia para o 1.º ano

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Apresentação

Documento gráfico

A “Educação Literária” para alunos do primeiro ano de escolaridade prevê a leitura de 8 poemas de Eugénio de Andrade contidos no seu livro “Aquela nuvem e outras”.

Para uma primeira sessão, seleccionámos 4 poemas que considerámos mais adequados ao nível da leitura e escrita dos alunos, ou seja, os mais simples e curtos, para fácil assimilação por crianças do primeiro ano.

Por outro lado, queríamos poemas que demonstrassem alguns recursos estilísticos próprios do género literário, nomeadamente a rima. É muito importante, no nosso entendimento, que mais do que fazer uma análise formal dos poemas, pouco interessante neste nível de escolaridade, transmitir aos alunos a “musicalidade” da poesia. Por isso, escolhemos as peças que nos pareceram mais expressivas e procurámos declamá-las de acordo com essa musicalidade.

Elaborámos uma apresentação em que a parte visual beneficiasse a compreensão dos poemas, em particular no que respeita a certo vocabulário que as crianças pudessem não conhecer. O documento gráfico serve para que os alunos fiquem com os elementos de informação recolhidos e para sugerir algumas atividades.

Os documentos são de uso livre.

Fizemos uma sessão na E.B. de Barcouço e correu bem.