Georg Elser, o homem que tentou matar Hitler

O Homem Que Tentou Matar Hitler passa-se na Alemanha, pouco antes Segunda Guerra Mundial.

Narra a tentativa de assassinato de Hitler no dia 8 de novembro de 1939 e tudo o que a envolveu, por Georg Elser, um cidadão anónimo que levou a cabo uma missão pessoal tendo por base princípios altruístas.

Georg Elser era um cidadão normal, um dos milhares de alemães que olhava com preocupação a ascensão do nazismo e a escalada de violência e destruição. A conformidade e o entusiasmo ante a histeria nacional não faziam parte do seu feitio. Tudo isso, a par da sua oposição política, do sentido de justiça e de um carácter vincado, lhe concedeu a energia para planear durante mais de um ano – com extremo cuidado e um firme sentido da meticulosidade -, um atentado contra Hitler.

Aproveitou as artes do seu ofício para trabalhar na criação e montagem da sua própria bomba que chegou a funcionar, matando 8 pessoas, mas Hitler não foi uma delas. Esta é a história completa dos acontecimentos que motivaram Georg Elser e do que aconteceu após o atentado.

Georg Elser é uma das personalidades mais admiráveis e menos conhecidas da história do século XX

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FASCISMO E COMUNISMO

FASCISMO E COMUNISMO

FASCISMO E COMUNISMO

 Ernst Nolte e François Furet

Dois grandes historiadores propõem neste livro uma leitura não convencional da história do século XX partindo de um acontecimento fundador, a guerra de 1914, e dos elos que unem as três grandes «tiranias» do século — o fascismo, o nazismo e o comunismo. Trata-se de compreender e de explicar o estranho fascínio que esses movimentos ideológicos e políticos exerceram ao longo de todo o século. Ernst Nolte faz incidir o foco sobre o fascismo, Furet sobre o comunismo. E ambos analisam a interdependência dos dois campos. Primeiro, sob o ângulo das ideias, o que os leva a estudar a forma como a democracia se vê dilacerada entre o universal e o particular. Depois, sob o ângulo das paixões, com a hostilidade recíproca que opõe fascismo e comunismo, mas que, ao mesmo tempo, alimenta a sua força ideológica (força essa que, de certa forma, ambos irão utilizar contra o mundo burguês e liberal). E, finalmente, sob o ângulo dos regimes, comparando-os e interrogando-se sobre a especificidade dos seus crimes.