Colecção de ficção científica

admiraveis

O jornal Público lançou, conjuntamente com a Saída de Emergência, a

Colecção Admiráveis Mundos da Ficção Científica

com seis livros deste género literário pouco representativo nas nossas bibliotecas.

A maioria dos volumes da colecção foram já publicados pela editora na colecção Bang!, dedicada aos géneros de ficção especulativa (fantasia, horror e ficção científica), com a excepção do lançamento inédito em Portugal de As primeiras quinze vidas de Harry August.

  1. Duna – parte 1 – Frank Herbert (info | trailer do filme) – um clássico monumental de F.C.
  2. Duna – parte 2 – Frank Herbert
  3. As primeiras quinze vidas de Harry August – Claire North (info)
  4. Forças do Mercado – Richard Morgan(info)
  5. O Prestígio – Christopher Priest (info)
  6. À boleia pela Galáxia – Douglas Adams (crítica | sítio do escritor)
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Hemingway reeditado

paris festa

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

A editora “Livros do Brasil” editou durante décadas obras que são hoje clássicos na colecção “Dois mundos”, assim como emblemáticas colecções Argonauta (ficção científica) e Vampiro (policial). Entretanto, a editora foi absorvida pelo grupo Porto Editora que começou a reeditar o catálogo, respeitando o design muito característico que a “Livros do Brasil” utilizava nas capas. Esta é, a nosso ver, uma boa notícia.

A obra de Ernest Hemingway, autor norte-americano muito lido e consagrado em vida, mas que vinha sendo esquecido nos últimos tempos, foi editada nesta colecção, às vezes com edições bastante descuidadas. Começa agora a ser reeditada e, esperamos nós, expurgadas dos erros que continha.

SINOPSE

Em 1921, um jovem Ernest Hemingway chega a Paris decidido a abandonar o jornalismo e a iniciar carreira como escritor. De bolsos vazios e com a cabeça povoada de sonhos, percorre as ruas de uma cidade vibrante nos dias de pós-Primeira Guerra Mundial, senta-se nos seus cafés para escrever, recolhe-se em retiros apaixonados com a sua primeira mulher, Hadley, e partilha aprendizagens e aventuras com algumas das mais fulgurantes figuras do panorama literário da época, como Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald ou a madrinha desta – por si apelidada – «geração perdida», Gertrud Stein. Situada entre a crónica e o romance, Paris é uma Festa é a memória destes anos e a obra mais pessoal e reveladora de Hemingway. Deixada inacabada pelo autor, seria publicada postumamente, em 1964.

 

Os homens que amaram evelyn cotton

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Sinopse

«Frank Ronan escreve sobre o amor com uma perspicácia feminina absolutamente notável!»
Fay Weldon

«Uma estreia prodigiosa!»
Times Literary Supplement

«Surpreendente e brilhante!»
Guardian

«Um romancista que compreende o amor. Frank Ronan é um anatomista do sentimento.»
The Times

PRÉMIO DO IRISH TIMES PARA LITERATURA 1990

Autor

FRANK RONAN
Nasceu na Irlanda em 1963.
Escreveu romances e contos :
Editados em Portugal pela Gradiva.
Romances:
Colecção de contos:
Tem contos seus incluídos nas antologias Best Short Stories, Telling Stories e The Best of Cosmo Fiction e ainda no Daily Telegraph e em várias revistas. Alguns foram também narrados na BBC Radio 4.
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(informação recolhida aqui)

A Noite dos Calígrafos

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A Noite dos Calígrafos

de Yasmine Ghata
SINOPSE
A vida da primeira mulher calígrafa árabe num universo predominantemente masculino.

«A minha morte foi tão suave como a ponta do junco mergulhando as fibras no tinteiro, mais rápida do que a tinta absorvida pelo papel.» Assim fala Rikkat, a calígrafa otomana, numa voz que oscila entre a sombra e a luz, quando empreende a narrativa da sua vida. Este livro é uma verdadeira pérola literária. A autora leva-nos a viajar através das palavras, escolhidas com desvelo, no universo particular duma caligrafista turca. Ela descreve- nos com virtuosismo o trabalho e a paixão desta mulher, sozinha num universo tipicamente masculino. Uma magnífica homenagem a Rikkat Kunt, primeira calígrafa feminina e avó da autora.

Kazuo Ishiguro

Kazuo Ishiguro - quando eramos orfaos

Sinopse

Anos 30. Christopher Banks tornou-se o detective mais famoso do país, os seus casos são o tema das conversas da sociedade londrina. No entanto, um crime não solucionado nunca deixou de o atormentar: o desaparecimento misterioso dos pais, na Velha Xangai, quando ele era rapazinho. Agora, com o mundo a precipitar-se para a guerra total, Banks dá-se conta de que chegou o momento de regressar à cidade da sua infância e deslindar, finalmente, o mistério, cuja solução evitaria a catástrofe iminente.

Passando-se entre as cidades de Londres e Xangai dos anos entre as duas guerras, Quando Éramos Órfãos é uma história de recordações, intriga e necessidade de regressar, de uma visão infantil do mundo que o domina, moldando indelevelmente e distorcendo a vida dos personagens.

Autor

Nascido em Nagasáqui, Japão, em 1954, Kazuo Ishiguro vive na Grã-Bretanha desde os cinco anos de idade. Descrito pelo New York Times como «um génio extraordinário e original», é autor de seis romances, quatro dos quais editados pela Gradiva – Os Despojos do Dia (1989, vencedor do Booker Prize), Os Inconsolados (1995, vencedor do Cheltenham prize), Quando Éramos Órfãos (2000, nomeado para o Booker Prize) e Nunca me Deixes (2005, nomeado para o Booker Prize).

Em 1995 foi feito Oficial da Ordem do Império Britânico, por serviços prestados à literatura, e em 1988 recebeu a condecoração de Chevalier de L’Ordre des Arts et des Lettres da República Francesa.

in. Gradiva (X)