Rainer Maria Rilke

cartas rilke

Cartas a um Jovem Poeta

Rainer Maria Rilke

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

Atraídos pela sua poesia, era frequente alguns jovens escreverem a Rilke, falando-lhe dos seus problemas e aspirações.

De 1903 a 1908 Rilke enviou um notável conjunto de cartas a um jovem candidato a poeta.

Revelando-lhe a sua relação com a vida e a dificuldade que um espírito sensível tem em sobreviver num mundo duro e implacável.

Rainer Maria Rilke nasceu em Praga em 1875.

Escritor precoce, publicou o seu primeiro livro de poesia antes dos vinte anos, Vida e Canções (1894). Entre as suas obras mais famosas contam-se Elegias de Duíno (1923), Cartas a um Jovem Poeta (1929, póstuma) e o seu único romance, de teor autobiográfico, As Anotações de Malte Laurids Brigge (1910).

Solitário inveterado, levou uma vida errante e instável, desde os dias de Praga, sua terra natal, às viagens pela Rússia, a sua pátria espiritual, pelo Egipto, Itália e Espanha.

Travou amizades com alguns dos criadores mais importantes da sua época. Foi secretário do grande escultor Auguste Rodin.

Rilke destacou-se como um dos autores mais relevantes de língua alemã, tanto na poesia como na prosa lírica. Faleceu em Valmont, na Suíça, vítima de leucemia, em 1926.

Livros RTP “Coleção Essencial”

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Livros-RTP

Discurso do Sr. Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa no lançamento da coleção. Pedagógico e esclarecido. Realçamos o enquadramento histórico que traçou e o paralelismo entre a “coleção RTP” de há 48 anos e a atual.

Anúncio e destaque da RTP.

O Agrupamento de Escolas da Mealhada, por proposta das Bibliotecas Escolares, comprou parte da coleção “Livros RTP”. Não se adquiriu a totalidade porque as Bibliotecas já tinham parte da lista de obras noutras edições em boas condições.

  • A Vida Verdadeira de Domingos Xavier – José Luandino Vieira
  • Agosto – Rubem Fonseca
  • Dinossauro Excelentíssimo – José Cardoso Pires
  • Os Buddenbrook – Thomas Mann
  • Jesusalém – Mia Couto
  • Ensaio Sobre a Cegueira – José Saramago
  • As Naus – António Lobo Antunes
  • O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
  • O Fator Humano – Graham Greene
  • Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina – Mário de Carvalho
  • A Guerra do Fim do Mundo – Mario Vargas Llosa
  • A Mancha Humana – Philip Roth
  • A Geração da Utopia – Pepetela
  • Capitães da Areia – Jorge Amado

Colecção de ficção científica

admiraveis

O jornal Público lançou, conjuntamente com a Saída de Emergência, a

Colecção Admiráveis Mundos da Ficção Científica

com seis livros deste género literário pouco representativo nas nossas bibliotecas.

A maioria dos volumes da colecção foram já publicados pela editora na colecção Bang!, dedicada aos géneros de ficção especulativa (fantasia, horror e ficção científica), com a excepção do lançamento inédito em Portugal de As primeiras quinze vidas de Harry August.

  1. Duna – parte 1 – Frank Herbert (info | trailer do filme) – um clássico monumental de F.C.
  2. Duna – parte 2 – Frank Herbert
  3. As primeiras quinze vidas de Harry August – Claire North (info)
  4. Forças do Mercado – Richard Morgan(info)
  5. O Prestígio – Christopher Priest (info)
  6. À boleia pela Galáxia – Douglas Adams (crítica | sítio do escritor)

Hemingway reeditado

paris festa

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

A editora “Livros do Brasil” editou durante décadas obras que são hoje clássicos na colecção “Dois mundos”, assim como emblemáticas colecções Argonauta (ficção científica) e Vampiro (policial). Entretanto, a editora foi absorvida pelo grupo Porto Editora que começou a reeditar o catálogo, respeitando o design muito característico que a “Livros do Brasil” utilizava nas capas. Esta é, a nosso ver, uma boa notícia.

A obra de Ernest Hemingway, autor norte-americano muito lido e consagrado em vida, mas que vinha sendo esquecido nos últimos tempos, foi editada nesta colecção, às vezes com edições bastante descuidadas. Começa agora a ser reeditada e, esperamos nós, expurgadas dos erros que continha.

SINOPSE

Em 1921, um jovem Ernest Hemingway chega a Paris decidido a abandonar o jornalismo e a iniciar carreira como escritor. De bolsos vazios e com a cabeça povoada de sonhos, percorre as ruas de uma cidade vibrante nos dias de pós-Primeira Guerra Mundial, senta-se nos seus cafés para escrever, recolhe-se em retiros apaixonados com a sua primeira mulher, Hadley, e partilha aprendizagens e aventuras com algumas das mais fulgurantes figuras do panorama literário da época, como Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald ou a madrinha desta – por si apelidada – «geração perdida», Gertrud Stein. Situada entre a crónica e o romance, Paris é uma Festa é a memória destes anos e a obra mais pessoal e reveladora de Hemingway. Deixada inacabada pelo autor, seria publicada postumamente, em 1964.

 

Os homens que amaram evelyn cotton

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Sinopse

«Frank Ronan escreve sobre o amor com uma perspicácia feminina absolutamente notável!»
Fay Weldon

«Uma estreia prodigiosa!»
Times Literary Supplement

«Surpreendente e brilhante!»
Guardian

«Um romancista que compreende o amor. Frank Ronan é um anatomista do sentimento.»
The Times

PRÉMIO DO IRISH TIMES PARA LITERATURA 1990

Autor

FRANK RONAN
Nasceu na Irlanda em 1963.
Escreveu romances e contos :
Editados em Portugal pela Gradiva.
Romances:
Colecção de contos:
Tem contos seus incluídos nas antologias Best Short Stories, Telling Stories e The Best of Cosmo Fiction e ainda no Daily Telegraph e em várias revistas. Alguns foram também narrados na BBC Radio 4.
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(informação recolhida aqui)

A Noite dos Calígrafos

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A Noite dos Calígrafos

de Yasmine Ghata
SINOPSE
A vida da primeira mulher calígrafa árabe num universo predominantemente masculino.

«A minha morte foi tão suave como a ponta do junco mergulhando as fibras no tinteiro, mais rápida do que a tinta absorvida pelo papel.» Assim fala Rikkat, a calígrafa otomana, numa voz que oscila entre a sombra e a luz, quando empreende a narrativa da sua vida. Este livro é uma verdadeira pérola literária. A autora leva-nos a viajar através das palavras, escolhidas com desvelo, no universo particular duma caligrafista turca. Ela descreve- nos com virtuosismo o trabalho e a paixão desta mulher, sozinha num universo tipicamente masculino. Uma magnífica homenagem a Rikkat Kunt, primeira calígrafa feminina e avó da autora.

Kazuo Ishiguro

Kazuo Ishiguro - quando eramos orfaos

Sinopse

Anos 30. Christopher Banks tornou-se o detective mais famoso do país, os seus casos são o tema das conversas da sociedade londrina. No entanto, um crime não solucionado nunca deixou de o atormentar: o desaparecimento misterioso dos pais, na Velha Xangai, quando ele era rapazinho. Agora, com o mundo a precipitar-se para a guerra total, Banks dá-se conta de que chegou o momento de regressar à cidade da sua infância e deslindar, finalmente, o mistério, cuja solução evitaria a catástrofe iminente.

Passando-se entre as cidades de Londres e Xangai dos anos entre as duas guerras, Quando Éramos Órfãos é uma história de recordações, intriga e necessidade de regressar, de uma visão infantil do mundo que o domina, moldando indelevelmente e distorcendo a vida dos personagens.

Autor

Nascido em Nagasáqui, Japão, em 1954, Kazuo Ishiguro vive na Grã-Bretanha desde os cinco anos de idade. Descrito pelo New York Times como «um génio extraordinário e original», é autor de seis romances, quatro dos quais editados pela Gradiva – Os Despojos do Dia (1989, vencedor do Booker Prize), Os Inconsolados (1995, vencedor do Cheltenham prize), Quando Éramos Órfãos (2000, nomeado para o Booker Prize) e Nunca me Deixes (2005, nomeado para o Booker Prize).Em 1995 foi feito Oficial da Ordem do Império Britânico, por serviços prestados à literatura, e em 1988 recebeu a condecoração de Chevalier de L’Ordre des Arts et des Lettres da República Francesa.

in. Gradiva (X)

A Rapariga no Comboio

Rapariga no Comboio

Todos os dias, Rachel apanha o comboio… No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.

Até que um dia…

Rachel assiste a algo errado com o casal… É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada.

Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.

rapariga-no-comboio

 

Fala-lhes de Batalhas, de Reis e de Elefantes

fala lhes de batalhas

 

Romance histórico, vencedor dos prémios Goncourt des lycéens e do Livro em Poitou-Charentes.

Sinopse (wook)

13 de Maio de 1506: ao desembarcar em Constantinopla a, Miguel Ângelo sabe que enfrenta o poderio e a cólera de Júlio II, papa guerreiro e mau pagador, para quem deixou preparada a edificação de um túmulo em Roma. Mas como não havia de responder ao convite do sultão Bayazid, que, depois de ter recusado os planos de Leonardo da Vinci, lhe propõe a concepção de uma ponte sobre o Corno de Ouro?

Assim começa este romance, todo ele feito de alusões históricas, que se serve de um facto concreto para expor os mistérios daquela viagem.

Perturbante como o encontro do homem do Renascimento com as belezas do mundo otomano, exato e cinzelado como uma peça de ourivesaria, este retrato do artista em pleno trabalho é também uma fascinante reflexão sobre o ato de criar e sobre o simbolismo de um gesto inacabado para a outra margem da civilização.

É que, através da crónica dessas poucas semanas da História, Mathias Énard esboça uma geografia política cujas hesitações ainda hoje, passados cinco séculos, são igualmente sensíveis.

CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Ao morrer, quase nonagenário, Miguel Ângelo ainda guarda de Constantinopla “uma vaga luz, uma doçura subtil mesclada de amargura, uma música distante”. É a música sublime que atravessa este romance, tão harmonioso e inesquecível quanto a ponte que nunca existiu.»
José Mário Silva, Expresso

Vê o filme, lê o livro

modista

A vingança está outra vez na moda.

Dungatar é uma pequena cidade no interior da Austrália, mas onde as mulheres se vestem como modelos parisienses. Após 20 de ausência, Tilly Dunnage, uma jovem bela e reservada, regressa da Europa para cuidar da mãe. Tinha abandonado a sua terra natal em circunstâncias adversas e os habitantes recebem-na com desconfiança, mas ela conquista-os um a um através do seu enorme talento como modista.

Todavia, cedo ressurgem os velhos rancores. É então que Tilly se apaixona e Dungatar, outrora pacata, mergulha no caos.

Crítica

Patricia Highsmith

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Patricia Highsmith (1921 – 1995) foi uma escritora nascida nos Estados Unidas da América e tornou-se muito conhecida pelos seus thrillers baseados em narrativas criminais e jogos psicológicos.

Iniciou a carreira na década de 1940, escrevendo argumentos de banda desenhada, mas a sua fama cresceu com a adaptação de livros seus ao cinema. Foi o caso de O Desconhecido do Norte Expresso, por Alfred Hitchcock em 1951, e da série com a personagem Thomas Ripley.

Na semana passada estreou o filme Carol, baseado no título com o mesmo nome da autora, também conhecido por O Preço do Sal (no original The Price of Salt ou Carol).

Escreveu também muitas histórias curtas, frequentemente macabras, satíricas ou tingidas de humor negro.

Gogol: contos

Contos de S Petersburgo

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

Este livro de contos de Nicolai Gogol vem ajudar a colmatar uma falha na nossa colecção: a ausência de livros deste autor e a escassa representação dos clássicos russos.

Neste livro Os Contos de S. Petersburgo foram incluidos alguns dos trabalhos mais importantes do autor: O Diário de um Louco, O Nariz, ou O Capote.
A sua obra fez de Gogol o maior escritor russo da primeira metade do século XIX, o introdutor do realismo na literatura russa, o precursor genial de todos os grandes escritores que se lhe seguiram. Tal como veio a dizer Dostoiévsky, toda a literatura russa viria a colher em Gogol os maiores ensinamentos. Com profundidade filosófica, crítica ética e social, a sua obra tornou-se intemporal e conquistou para Gogol um lugar de destaque entre os melhores escritores de todos os tempos.

biografia

Camus: a peste

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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

A Peste é o romance de consagração de Albert Camus. Publicado em Junho de 1947, o seu sucesso foi imediato e avassalador.

Em Orão, na Argélia, no início dos anos 40, tem início uma epidemia de peste. A cidade, sujeita a quarentena, torna-se um território irrespirável. É talvez por isso que as mulheres quase não são visíveis nestas páginas. Mas a sua ausência não deixa um espaço vazio. Pelo contrário. Sentida como uma falta, como uma ferida aberta, essa ausência sublinha a importância da ternura e da felicidade. E, ao mesmo tempo, vem tornar claro o verdadeiro significado desta obra: trágica alegoria de um tempo consagrado à inumanidade. O Nosso.

crítica

Amin Maalouf, outro olhar das cruzadas

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Num texto que toma como ponto de partida as fontes coevas e, pormenor importante, exclusivamente árabes, Amin Maalouf constrói uma história das cruzadas vista de uma perspetiva a que raramente temos acesso, pois só nos foram dadas a ler as histórias das cruzadas do ponto de vista ocidental. Como afirmou Alain Decaux: «Interessa comprovar que as versões orientais e ocidentais não coincidem de todo. Nós escrevemos a nossa própria visão; durante esse tempo, eles escreveram a deles. É por isso que esta nova história das cruzadas não se parece com nenhuma outra.»
Texto cativante, que mescla o tom da crónica contemporânea com a mestria estilística do autor, As Cruzadas Vistas pelos Árabes apresenta-nos uma perspetiva que não é habitual, mas não menos empolgante.

A obra imortal de Cervantes

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Dom Quixote,

por Miguel de Cervantes Saavedra

Introdução: Professora Maria Fernanda de Abreu.

Tradução e notas: Miguel Serras Pereira.

A imortal história do Cavaleiro da Triste Figura que, acompanhado pelo seu fiel escudeiro Sancho Pança, avança por montes e vales, lutando contra moinhos de vento e cavaleiros imaginários em nome da justiça.

Retrato do anti-herói, Dom Quixote, o fidalgo enlouquecido, representa a capacidade de transformação do homem em busca dos seus ideais.

Tratando-se de uma sátira dos romances de cavalaria em voga ao longo dos séculos XVI e XVII, Dom Quixote afirma-se como o clássico fundador do romance moderno. O humor, as digressões e reflexões, a oralidade nas falas e a metalinguagem marcaram o fim da Idade Média na literatura.

Este livro reúne os dois volumes que constituem o Dom Quixote de la Mancha, publicados em 1605 e 1615. Conta ainda com uma

Miguel de Cervantes Saavedra nasceu em 1547, provavelmente em Alcalá de Henares, próximo de Madrid.  Romancista, dramaturgo e poeta celebrizou-se com o livro Dom Quixote de la Mancha, o segundo livro mais lido pela humanidade depois da Bíblia. Morreu a 23 de Abril de 1616.

5 volumes da “crónica do gelo e do fogo”

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A biblioteca já tinha os volumes I, II e IV da série “Crónicas de Gelo e Fogo”, célebre por ter dado origem à aclamada e premiada série da televisão “A Guerra dos Tronos“. Agora junta mais cinco volumes, faltando apenas os volumes VIII e X para concluir a aquisição de todos os tomos até agora publicados em Portugal.

Na edição original, publicada nos Estados Unidos, a série está dividida em 5 volumes e não em 10 como se fez por cá. O editor português optou por dividir cada volume original em 2 tomos.

Literariamente, é considerada uma das obras mais bem conseguidas da chamada literatura do fantástico ou da fantasia.

 

Obra de Dulce Maria Cardoso

os meus sentimentos

PRÉMIO DA UNIÃO EUROPEIA PARA A LITERATURA

«Um romance admirável de observação da decadência, das regras, venenos inocentes, escapismos, pequenas maldades de uma família moldada pelos hábitos do regime deposto no 25 de Abril.», Urbano Tavares Rodrigues

É uma noite de temporal. A noite do acidente. Há uma gota de água suspensa num estilhaço de vidro que teima em não cair. Há um instante que se eterniza. Reflectida na gota, Violeta mergulha nessa eternidade e recorda aquele que pode ter sido o último dia da sua vida. Na verdade, as memórias desse dia contam toda a sua história: os pais, a filha, a criada, o bastardo, e em todos a urgência da vida, que prossegue indiferente, como a estrada de onde ainda agora se despistou. Nessa posição instável, de cabeça para baixo, presa pelo cinto de segurança, parece que tudo se desamarra.
O presente perde a opacidade com que o quotidiano o resguarda e Violeta afunda-se nos passados de que é feita, uma espiral alucinada de transparências e ecos.

Na imprensa:
«De uma grande originalidade narrativa, este segundo extraordinário romance de Dulce Maria Cardoso coloca a autora na vanguarda das letras portuguesas.», Lire

«Porque se entra nos livros de Dulce Maria Cardoso como se de um turbilhão se tratasse, as imagens vão-nos aparecendo, as vozes vão surgindo, a sua lengalenga é encantatória e não a conseguimos largar. Definitivamente, a sua obra é original e eu já não sentia nada disto desde os tempos da adolescência, em que descobri a escrita de Llansol ou dos primeiros tempos de Saramago.», Isabel Coutinho, «Público»

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