Isabel Allende

Zorro, o Começo da Lenda

Isabel Allende

Sinopse

Nascido no Sul da Califórnia no século XVIII, Diego de la Veja é um rapaz preso entre dois mundos. O pai, um militar aristocrata espanhol, é um importante latifundiário. A mãe, por outro lado, é uma guerreira da tribo indígena shoshone. Da avó materna, Coruja Branca, aprende os costumes da sua gente, enquanto que do pai aprende a arte da esgrima e como marcar o gado. Durante a infância, cheia de traquinices e aventuras, Diego é testemunha das brutais injustiças que os indígenas norte-americanos enfrentam pela parte dos colonos europeus, e sente pela primeira vez um conflito interior em relação à sua herança. Aos 16 anos, Diego é enviado a Barcelona para receber uma educação europeia. Num país oprimido pela corrupção do domínio napoleónico, o jovem decide seguir o exemplo do seu célebre professor de esgrima, e adere “Á Justiça”, um movimento clandestino de resistência, que se dedica a ajudar os pobres e indefesos. Imerso num mundo de um ambiente de revolta e desordem, enfrenta pela primeira vez um grande rival que vem de um mundo de privilégio. Entre a Califórnia e Barcelona, o Novo Mundo e o Velho Continente, forma-se a personagem do Zorro, nasce um grande herói e começa a lenda. Depois de muitas aventuras – duelos ao amanhecer, violentas batalhas marítimas com piratas e resgates impossíveis -, Diego de la Veja, conhecido também como Zorro, regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu, em busca de justiça para todos aqueles que não podem lutar por si próprios.

Um livro muito original vindo da Argentina

O Nervo Ótico
de María Gainza

Livro recomendado PNL2027 para 15-18 anos – leitura fluente

SINOPSE DO EDITOR.

Quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujjita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, a sua narradora está também a falar do hospital em que o marido fez quimioterapia e onde uma prostituta andava de quarto em quarto, da decadência da sua própria família em Buenos Aires, do desaparecimento precoce de uma amiga, do desconforto da gravidez ou até do pânico de voar. Como num museu – lugar que, aliás, frequenta muitas vezes à maneira de uma sala de primeiros-socorros –,a sua vida tem obviamente obras-primas, mas também pequenos quadros escondidos em corredores escuros e estreitos. E, no entanto, todos eles importam.
O Nervo Ótico é um livro de olhares: olhares dirigidos a pinturas e a quem as contempla. Singular e inclassificável, celebra o detalhe e inaugura um género literário no qual confluem, de forma absolutamente perfeita, a história da arte e a crónica íntima, num tom que oscila entre a comédia social e a ironia trágica. Traduzido por grandes editoras em todo o mundo, esta obra de estreia, tão depressa ousada como subtil, apresenta-nos uma grande escritora contemporânea.

ENRIQUE VILA-MATAS

«Como diz María Gainza no seu excepcional O Nervo Ótico, suponho que seja sempre assim: escreve-se uma coisa para contar outra.»

Borges

História Universal da Infâmia
JORGE LUIS BORGES

Jorge Luis Borges (Buenos Aires, 24 de Agosto de 1899 – Genebra, 14 de Junho de 1986) foi um dos maiores escritores do século XX.

As narrativas reunidas neste livro foram executadas de 1933 a 1934.

«São a irresponsável brincadeira de um tímido que não se animou a escrever contos e que se distraiu em fabricar e tergiversar (sem justificativa estética, vez ou outra) alheias histórias.»

«Derivam, creio, das minhas releituras de Stevenson e de Chesterton e também dos primeiros filmes de Von Sternberg e talvez de certa biografia de Evaristo Carriego.»

Jorge Luís Borges

Um clássico de Gabriel García Márquez

O Amor nos Tempos de Cólera
de Gabriel García Márquez

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1982

«O Amor nos Tempos de Cólera é um romance (…) onde se fundem o fulgor imagístico, o difícil triunfo do amor, as aventuras e desventuras da própria felicidade humana (…) Ao longo dum flash-back de quatrocentas páginas vertiginosas, compostas numa espécie de pauta estilística e musical, da qual não estão sequer ausentes o humor, a poesia e a vertigem das imagens (…) o leitor recupera o ritmo encantatório duma escrita que não tem conhecido imitadores à altura.»
João de Melo

«Um absoluto domínio da forma narrativa.»
El País

Escritor colombiano nascido a 6 de março de 1927 em Aracataca. Deixado ao cuidado dos seus avós, foi influenciado pelas tradições orais indígenas e estudou na austeridade de um colégio de jesuítas.
Terminando os seus estudos secundários, ingressou no curso de Direito da Universidade de Bogotá, mas não o chegou a concluir. Fascinado pela escrita, transferiu-se para a Universidade de Cartagena, onde recebeu preparação académica em Jornalismo. Publicou o seu primeiro conto, “La Hojarasca”, em 1947. No ano seguinte, deu início a uma carreira como jornalista, colaborando com inúmeras publicações sul-americanas. No ano de 1954 foi enviado para Roma, como correspondente do jornal El Espectador mas, pouco tempo depois, o regime ditatorial colombiano encerrou a redação, o que contribuiu para que Márquez continuasse na Europa, sentindo-se mais seguro longe do seu país.
Em 1955 publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de contos que já haviam aparecido em publicações periódicas, e que levou o título do mais famoso, “La Hojarasca”.
Em 1967 publicou a sua obra mais conhecida, o romance “Cien Años De Soledad” (“Cem Anos de Solidão”), romance que se tornou num marco considerável no estilo denominado como realismo mágico. Em “El Otoño Del Patriarca” (1977), Márquez conta a história de um patriarca, cuja notícia da morte origina uma autêntica luta de poder.
Uma outra obra tida entre as melhores do escritor é “Crónica De Una Muerte Anunciada” (1981, “Crónica de uma Morte Anunciada”), romance que descreve o assassinato de um homem em consequência da violação de um código de honra. Depois de “El Amor En Los Tiempos De Cólera” (1985, “Amor em Tempos de Cólera”), o autor publicou “El General En Su Laberinto” (1989), obra que conta a história da derradeira viagem de Simão Bolívar para jusante do Rio Magdalena. Em 2003, foi editado “Viver para Contá-la”, um volume de memórias.

Morreu a 17 de abril de 2014, aos 87 anos, em sua casa na Cidade do México.

Livros RTP “Coleção Essencial”

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Livros-RTP

Discurso do Sr. Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa no lançamento da coleção. Pedagógico e esclarecido. Realçamos o enquadramento histórico que traçou e o paralelismo entre a “coleção RTP” de há 48 anos e a atual.

Anúncio e destaque da RTP.

O Agrupamento de Escolas da Mealhada, por proposta das Bibliotecas Escolares, comprou parte da coleção “Livros RTP”. Não se adquiriu a totalidade porque as Bibliotecas já tinham parte da lista de obras noutras edições em boas condições.

  • A Vida Verdadeira de Domingos Xavier – José Luandino Vieira
  • Agosto – Rubem Fonseca
  • Dinossauro Excelentíssimo – José Cardoso Pires
  • Os Buddenbrook – Thomas Mann
  • Jesusalém – Mia Couto
  • Ensaio Sobre a Cegueira – José Saramago
  • As Naus – António Lobo Antunes
  • O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
  • O Fator Humano – Graham Greene
  • Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina – Mário de Carvalho
  • A Guerra do Fim do Mundo – Mario Vargas Llosa
  • A Mancha Humana – Philip Roth
  • A Geração da Utopia – Pepetela
  • Capitães da Areia – Jorge Amado

Roberto Bolaño

 

A Literatura Nazi nas Américas

Roberto Bolaño

 

Segundo o editor:

A Literatura Nazi nas Américas é uma enciclopédia ficcional composta de pequenas biografias de autores pan-americanos imaginários. Estes personagens literários são retratados no interior de uma galeria de medíocres alienados, homens solitários e abandonados pela História, nascisistas, leitores e autores talentosos, criminosos, mas também snobes com sonhos de grandeza e capazes de gestos que os distinguem da banalidade do mal. E, a verdade, ainda que inventados, estes escritores são personagens de histórias, essas sim reais, de grandes nomes da literatura das Américas.

Segundo o blogue Pó dos livros.

O autor: Roberto Bolaño Ávalos (1953 — 2003), de nacionalidade chilena, é considerado por muitos críticos como o escritor mais importante de entre os autores latino-americanos de sua geração.

Há outros títulos do autor disponíveis na Biblioteca Municipal.

Wikipédia

Yukio Mishima, Albert Camus e muitos outros

Mais três livros.

  • A Melodia do Adeus, de Nicholas Sparks
  • O Tumulto das Ondas, de Yukio Mishima
  • O Estrangeiro, de Albert Camus

primeira destas obras é do autor campeão mundial da especialidade “arrasa-corações”, cujos livros já suscitaram grandes êxitos do cinema melodramático.

Yukio Mishima foi um dos maiores escritores em língua japonesa, escreveu dezenas de romances, poesias, peças e ensaios políticos e filosóficos, tendo sido indicado por três vezes ao prémio Nobel de Literatura. A descobrir.

O Estrangeiro é um verdadeiro “clássico” da literatura contemporânea e Camus um grande escritor que marcou uma época.