Livros RTP “Coleção Essencial”

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Livros-RTP

Discurso do Sr. Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa no lançamento da coleção. Pedagógico e esclarecido. Realçamos o enquadramento histórico que traçou e o paralelismo entre a “coleção RTP” de há 48 anos e a atual.

Anúncio e destaque da RTP.

O Agrupamento de Escolas da Mealhada, por proposta das Bibliotecas Escolares, comprou parte da coleção “Livros RTP”. Não se adquiriu a totalidade porque as Bibliotecas já tinham parte da lista de obras noutras edições em boas condições.

  • A Vida Verdadeira de Domingos Xavier – José Luandino Vieira
  • Agosto – Rubem Fonseca
  • Dinossauro Excelentíssimo – José Cardoso Pires
  • Os Buddenbrook – Thomas Mann
  • Jesusalém – Mia Couto
  • Ensaio Sobre a Cegueira – José Saramago
  • As Naus – António Lobo Antunes
  • O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
  • O Fator Humano – Graham Greene
  • Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina – Mário de Carvalho
  • A Guerra do Fim do Mundo – Mario Vargas Llosa
  • A Mancha Humana – Philip Roth
  • A Geração da Utopia – Pepetela
  • Capitães da Areia – Jorge Amado
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Novo autor português

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SINOPSE

Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador.
Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio LeYa em 2014.

CRÍTICA

ISABEL LUCAS | Auschwitz nasceu num lugar feliz | Público, 07/08/2015

Reportagem SIC (X)

Agustina Bessa-Luís: A Crónica do Cruzado Osb.

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Vencedora do Prémio Eduardo Lourenço 2015, Agustina Bessa-Luís vê o seu livro «A Crónica do Cruzado Osb.» reeditado pela Babel.

 

«”A Crónica do Cruzado Osb.” assinala uma experiência singular na trajectória da romancista. Aqui os vários casos, as personagens e “fábulas” mais ou menos embrionárias subordinam-se, no conjunto do livro, a uma crónica da Revolução de Abril, analisada nas suas primeiras fases e tomada sobretudo como reiterado tema de meditação”

Jacinto do Prado Coelho

“O jornalista Josué, personagem deste romance, misto de Bixiou balzaquiano e de burguês salpicado de falsidades especializadas, adaptou à nossa época a crónica de Osb., com humor lancinante de certos homens de quem se diz que têm mais temperamento do que carácter. Osberno, ou Osberto, era diferente. Mas a sua observação manifesta igualmente um fundo estremecimento, ao desejar que a justiça, perante a cidade destruída, não se detenha sem atingir os erros dos próprios vencedores”

Agustina Bessa-Luís

Crítica no jornal “Público”, O conhecimento do mundo, por Diogo Ramada Curto (X)

Portugal, a Flor e a Foice de Rentes de Carvalho

flor foice

Portugal, a Flor e a Foice, publicado originalmente em holandês e inédito em Portugal, foi escrito em 1975, em cima dos acontecimentos que se sucederam após o 25 de abril de 1974 e que eram acompanhados com atenção na Europa e em muitas partes do resto do Mundo.

Trata-se da observação pessoal que um português culto e estrangeirado faz do seu país em mudança.
Nesta apreciação aguda e de tom sempre crítico, todos os mitos da História Portuguesa são questionados: o Sebastianismo, os Descobrimentos, Fátima, a Monarquia, a Igreja, o antigo regime mas também, e sobretudo, o 25 de Abril.

Com acesso a círculos restritos nos anos que antecederam e sucederam a Abril de 1974 e a documentos ainda hoje classificados, J. Rentes de Carvalho faz uma História alternativa da Revolução e das suas figuras de proa, em que novos factos e relações de poder se conjugam num relato sui generis, revelador e, no mínimo, desconcertante.

Críticas:

Blogues: Antologia do esquecimento e Bolas e letras e Diário do purgatório

Documentos vídeo e áudio:

Ana Daniela Soares conversa com Rentes de Carvalho | 20 Mar, 2014 áudio

J. Rentes de Carvalho convidado de Luís Caetano | 15 Mar, 2014 áudio

“Portugal, a Flor e a Foice” de J. Rentes de Carvalho apresentado por Henrique Monteiro (22.03.2014)