Rubem Fonseca: O que é preciso ter para ser escritor

 

Um mestre:

Rubem Fonseca: O que é preciso ter para ser escritor

(vídeo)

Rubem Fonseca andou, falou, sorriu, citou, encolheu-se e libertou-se e deixou, para quem quis ouvir e seguir-lhe o conselho, os seus cinco mandamentos: loucura, alfabetização, paciência, motivação e imaginação.

(artigo JL)

A Biblioteca tem na sua coleção exemplares das seguintes obras do autor:

Diário de um fescenino.
Porto : Campo das Letras , 2003. , 205 [5] p. ; 21 cm. 972-610-712-1

A grande arte : romance.
1.ª ed. Porto : Campo das Letras , 2007. , 322, [1] p. ; 24 cm. 978-989-625-196-3

O seminarista.
1.ª ed. Porto : Sextante , 2010. , 129 p. ; 24 cm. 978-989-676-023-6

 

Na Biblioteca Municipal há os seguintes exemplares:


O doente Molière.
1ª ed. Porto : Asa , 2002. , 142, [2] p. ; 21 cm. 972-41-2757-5

A confraria dos espadas.
1ª ed. Porto : Campo das Letras , 2001. , 129, [4] p. ; 21 cm. 972-610-306-1

Agosto.
2ª ed. Lisboa : Dom Quixote , 2003. . 972-20-1629-6

Histórias de amor.
1ª ed. Porto : Campo das Letras , 1999. , 131 p. ; 21 cm. 972-610-176-X

E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto.
1ª ed. Porto : Campo das Letras , 1999. , 98 p. ; 21 cm. 972-610-175-1

 

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Yukio Mishima, Albert Camus e muitos outros

Mais três livros.

  • A Melodia do Adeus, de Nicholas Sparks
  • O Tumulto das Ondas, de Yukio Mishima
  • O Estrangeiro, de Albert Camus

primeira destas obras é do autor campeão mundial da especialidade “arrasa-corações”, cujos livros já suscitaram grandes êxitos do cinema melodramático.

Yukio Mishima foi um dos maiores escritores em língua japonesa, escreveu dezenas de romances, poesias, peças e ensaios políticos e filosóficos, tendo sido indicado por três vezes ao prémio Nobel de Literatura. A descobrir.

O Estrangeiro é um verdadeiro “clássico” da literatura contemporânea e Camus um grande escritor que marcou uma época.

 

Darwin, Rubem Fonseca e Liza Dalby

Dos três livros anunciados, temos um clássico da ciência que teve um impacto significativo na ciência e na forma como hoje apreendemos os fenómenos naturais, um consagrado autor brasileiro, Prémio Camões de 2003, que muita falta fazia na nossa colecção, e, no início da lista, uma curiosa, além de bem escrita e informada, abordagem ao misterioso mundo das gueixas, que tanto inflamou a imaginação dos Ocidentais quando descobriram a extraordinária cultura japonesa.