Retratos da Fundação

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Colecção Retratos da Fundação

  • Na Urgência de Joana Benard Costa
  • Atelier de Diogo Freitas Costa
  • Portugal de Perto de Nuno Ferreira
  • Aleluia! de Bruno Vieira Amaral
  • Os Últimos Marinheiros de Filipa Melo
  • A Escola de Paulo Chitas
  • Prematuros de João Pedro George
  • Longe do Mar de Paulo Moura

 

 

 

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Os ensaios da FFMS

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A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) tem vindo a lançar uns pequenos livros, reunidos na colecção “Ensaios da Fundação”, com a participação editorial da Relógio D’Água.
A colecção, dirigida por António Araújo, obedece aos princípios estatutários da FFMS: «conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público.». Trata-se de pequenas publicações de autores com currículo académico e público nos assuntos que desenvolvem e constituem sínteses muito interessantes para o nosso público
A Fundação ofereceu-nos 47 exemplares, a juntar aos dois que já possuíamos, que muito agradecemos.
Criada em 2009 pelos descendentes de Francisco Manuel dos Santos, a FFMS tem como principal objectivo estimular o estudo da realidade portuguesa, com o propósito de assim contribuir para o desenvolvimento da sociedade, o reforço dos direitos dos cidadãos e a melhoria das instituições públicas.
A mesma Fundação lançou a PORDATA, que fornece acesso gratuito à mais completa base de dados estatísticos do país.
  • Justino, David – Difícil é educá-los. (já existente)
  • Vieira, Maria do Carmo – O ensino do português. (já existente)
  • Morgado, Miguel – Autoridade.
  • Rosa, Maria João Valente – Portugal : os números.
  • Brito, Miguel Nogueira de – Propriedade privada : entre o privilégio e a liberdade.
  • Mendes, Fernando Ribeiro – Segurança social : o futuro hipotecado.
  • Bento, Vítor – Economia, moral e política.
  • Marques, Sibila – Descriminação da terceira idade.
  • Sousa, Luís de – Corrupção.
    Cunha, Tiago Pita e – Portugal e o mar : à redescoberta da geografia.
  • Magalhães, Pedro – Sondagens, eleições e opinião pública.
  • Vieira, Maria do Carmo – O ensino do português.
  • Fiolhais, Carlos – A ciência em Portugal.
  • Gomes, Conceição – Os atrasos da justiça.
  • Torres, Eduardo Cintra – A televisão e o serviço público.
  • Moura, Vasco Graça – A identidade cultural europeia.
  • Mónica, Maria Filomena – A morte.
  • Gonçalves, Nuno – Economia paralela.
  • Pereira, João Santos – O futuro da floresta em Portugal.
  • Guinote, Paulo – Educação e liberdade de escolha.
  • Augusto, Carlos Alberto – Sons e silêncios da paisagem sonora portuguesa.
  • Catroga, Fernando – Ensaio respublicano.
  • Matias, Gonçalo Saraiva – Migrações e cidadania.
  • Cordeiro, Mário, – Crianças e famílias num Portugal em mudança.
  • Avilez, Francisco Xavier Miranda de – A agricultura portuguesa : as últimas décadas e perspectivas para o futuro.
  • Fernandes, Jorge – O parlamento português.
  • Machado, Maria do Céu – Adolescentes.
  • Sá, Tiago Moreira de – Política externa portuguesa.
  • Santos, Mário Coutinho dos – O dinheiro.
  • Simões, Manuel Sobrinho – O cancro.
  • Pinto, Raquel Vaz – Os portugueses e o mundo.
  • Marçal, David – Pseudociência.
  • Fernandes, Tiago – A sociedade civil.
  • Belchior, Ana Maria – Confiança nas instituições políticas.
  • Galvão, Pedro – Ética com razões.
  • Fernandes, José Manuel – Liberdade e informação.
  • Santos, Loureiro dos – Forças armadas em Portugal.
  • Rosa, Maria João Valente – O envelhecimento da sociedade portuguesa.
  • Ribeiro, Gabriel Mithá – O ensino da história.
  • Centeno, Mário José Gomes de Freitas – O trabalho : uma visão de mercado.
  • Barros, Pedro Pita – Pela sua saúde.
  • Mota, Francisco Teixeira da – A liberdade de expressão em tribunal.
  • Osswald, Walter – Sobre a morte e o morrer.
  • Aboim, Sofia – A sexualidade dos portugueses.
  • Sarmento, Joaquim Miranda – Parcerias público-privadas.
  • Rosa, Maria João Valente – Portugal e a Europa : os números.
  • Garoupa, Nuno – O governo da justiça.

Obras de Umberto Eco

 

Umberto Eco é uma das grandes figuras intelectuais da Europa.

Conhecido por muitos como romancista, a sua base de estudo é, porém, a Estética Medieval e, a partir de 1970, a Semiótica.

Académico de enorme prestígio, não se coibiu de intervir na vida contemporânea como autor de inúmeros artigos publicados em jornais e revistas destinados ao público em geral.

Em 1962 publica a obra “Obra Aberta”, livro que reúne ensaios publicados em periódicos,  e, em 1964, os diversos estudos acerca da cultura de massa contidos em “Apocalípticos e Integrados“.

A partir da década de 1970 publica inúmeros artigos e livros com grande impacto quer entre académicos, quer entre o público em geral.

Em 1980 publica a sua primeira obra de ficção, “O nome da rosa”, depois adaptado ao cinema por Jean-Jacques Annaud, ambos existentes nas bibliotecas do concelho, em que, a propósito de um enredo de crime e mistério, descreve o estilo de vida e a mentalidade dos habitantes de um convento medieval.

Depois dessa primeira experiência, reincide na ficção mais seis vezes.

Na nossa biblioteca temos também um livro muito útil, “Como se faz uma tese”, em que Eco dá bons conselhos a quem pretende iniciar-se na investigação universitária. É um manual muito útil para alunos do Ensino Secundário e do Ensino Superior que recomendamos vivamente.

É também um bibliófilo de fama internacional.

Não menos importante: é dono de um esplêndido sentido de humor.