Clarice Lispector: todos os contos

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Todos os Contos

de Clarice Lispector

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Clarice Lispector: A Descoberta do Mundo

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Clarice Lispector (bio)

A descoberta do mundo

livro de crónicas

«Escrevia acerca dos filhos, dos amigos, das empregadas, da sua infância, das viagens, de tal forma que A Descoberta do Mundo, uma colectânea com os artigos que escreveu nas suas colunas, publicada postumamente, pode considerar-se quase uma autobiografia

Benjamin Moser, em Clarice Lispector, Uma Vida

O jornal Público publicou algumas destas crónicas. Experimenta este.

Eugénio de Andrade: poesia para o 1.º ano

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Apresentação

Documento gráfico

A “Educação Literária” para alunos do primeiro ano de escolaridade prevê a leitura de 8 poemas de Eugénio de Andrade contidos no seu livro “Aquela nuvem e outras”.

Para uma primeira sessão, seleccionámos 4 poemas que considerámos mais adequados ao nível da leitura e escrita dos alunos, ou seja, os mais simples e curtos, para fácil assimilação por crianças do primeiro ano.

Por outro lado, queríamos poemas que demonstrassem alguns recursos estilísticos próprios do género literário, nomeadamente a rima. É muito importante, no nosso entendimento, que mais do que fazer uma análise formal dos poemas, pouco interessante neste nível de escolaridade, transmitir aos alunos a “musicalidade” da poesia. Por isso, escolhemos as peças que nos pareceram mais expressivas e procurámos declamá-las de acordo com essa musicalidade.

Elaborámos uma apresentação em que a parte visual beneficiasse a compreensão dos poemas, em particular no que respeita a certo vocabulário que as crianças pudessem não conhecer. O documento gráfico serve para que os alunos fiquem com os elementos de informação recolhidos e para sugerir algumas atividades.

Os documentos são de uso livre.

Fizemos uma sessão na E.B. de Barcouço e correu bem.

Mia Couto: apresentação

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Apresentação

Documento gráfico

A propósito da componente curricular “Educação Literária”, foi solicitada à equipa da biblioteca que apresentasse elementos biográficos do autor Mia Couto a alunos do 4.º ano de escolaridade.

Fomos pesquisar os elementos biográficos do autor e deparámo-nos com um sítio dedicado que tem como página de acolhimento a imagem acima reproduzida (que é também uma hiperligação ao referido sítio). Embora desactualizado, pois falta a referência às últimas obras publicadas, pareceu-nos um bom ponto de partida.

Completámos as informações com  a consulta ao sítio da editora em Portugal, a Caminho,  de onde também retirámos imagens das capas dos livros que incluímos na apresentação.

Fizemos ainda uma pesquisa pelas fotos disponíveis na Internet para incluir na apresentação.

A partir da apresentação, elaborámos um documento gráfico para que os alunos fiquem com os elementos de informação recolhidos.

Os documentos são fornecidos de maneira a poderem ser editados, quer no caso de conterem erros e omissões, quer para actualização ou adaptação. O uso é livre.

Fizemos uma sessão na E.B. de Barcouço e correu bem.

A Noite dos Calígrafos

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A Noite dos Calígrafos

de Yasmine Ghata
SINOPSE
A vida da primeira mulher calígrafa árabe num universo predominantemente masculino.

«A minha morte foi tão suave como a ponta do junco mergulhando as fibras no tinteiro, mais rápida do que a tinta absorvida pelo papel.» Assim fala Rikkat, a calígrafa otomana, numa voz que oscila entre a sombra e a luz, quando empreende a narrativa da sua vida. Este livro é uma verdadeira pérola literária. A autora leva-nos a viajar através das palavras, escolhidas com desvelo, no universo particular duma caligrafista turca. Ela descreve- nos com virtuosismo o trabalho e a paixão desta mulher, sozinha num universo tipicamente masculino. Uma magnífica homenagem a Rikkat Kunt, primeira calígrafa feminina e avó da autora.

Kazuo Ishiguro

Kazuo Ishiguro - quando eramos orfaos

Sinopse

Anos 30. Christopher Banks tornou-se o detective mais famoso do país, os seus casos são o tema das conversas da sociedade londrina. No entanto, um crime não solucionado nunca deixou de o atormentar: o desaparecimento misterioso dos pais, na Velha Xangai, quando ele era rapazinho. Agora, com o mundo a precipitar-se para a guerra total, Banks dá-se conta de que chegou o momento de regressar à cidade da sua infância e deslindar, finalmente, o mistério, cuja solução evitaria a catástrofe iminente.

Passando-se entre as cidades de Londres e Xangai dos anos entre as duas guerras, Quando Éramos Órfãos é uma história de recordações, intriga e necessidade de regressar, de uma visão infantil do mundo que o domina, moldando indelevelmente e distorcendo a vida dos personagens.

Autor

Nascido em Nagasáqui, Japão, em 1954, Kazuo Ishiguro vive na Grã-Bretanha desde os cinco anos de idade. Descrito pelo New York Times como «um génio extraordinário e original», é autor de seis romances, quatro dos quais editados pela Gradiva – Os Despojos do Dia (1989, vencedor do Booker Prize), Os Inconsolados (1995, vencedor do Cheltenham prize), Quando Éramos Órfãos (2000, nomeado para o Booker Prize) e Nunca me Deixes (2005, nomeado para o Booker Prize).

Em 1995 foi feito Oficial da Ordem do Império Britânico, por serviços prestados à literatura, e em 1988 recebeu a condecoração de Chevalier de L’Ordre des Arts et des Lettres da República Francesa.

in. Gradiva (X)

Fala-lhes de Batalhas, de Reis e de Elefantes

fala lhes de batalhas

 

Romance histórico, vencedor dos prémios Goncourt des lycéens e do Livro em Poitou-Charentes.

Sinopse (wook)

13 de Maio de 1506: ao desembarcar em Constantinopla a, Miguel Ângelo sabe que enfrenta o poderio e a cólera de Júlio II, papa guerreiro e mau pagador, para quem deixou preparada a edificação de um túmulo em Roma. Mas como não havia de responder ao convite do sultão Bayazid, que, depois de ter recusado os planos de Leonardo da Vinci, lhe propõe a concepção de uma ponte sobre o Corno de Ouro?

Assim começa este romance, todo ele feito de alusões históricas, que se serve de um facto concreto para expor os mistérios daquela viagem.

Perturbante como o encontro do homem do Renascimento com as belezas do mundo otomano, exato e cinzelado como uma peça de ourivesaria, este retrato do artista em pleno trabalho é também uma fascinante reflexão sobre o ato de criar e sobre o simbolismo de um gesto inacabado para a outra margem da civilização.

É que, através da crónica dessas poucas semanas da História, Mathias Énard esboça uma geografia política cujas hesitações ainda hoje, passados cinco séculos, são igualmente sensíveis.

CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Ao morrer, quase nonagenário, Miguel Ângelo ainda guarda de Constantinopla “uma vaga luz, uma doçura subtil mesclada de amargura, uma música distante”. É a música sublime que atravessa este romance, tão harmonioso e inesquecível quanto a ponte que nunca existiu.»
José Mário Silva, Expresso