Comunicar a informação

O objectivo último de um trabalho é o de comunicar uma mensagem para ser compreendida.

Dito assim parece óbvio e fácil, mas, muitas vezes, é nesta altura que o trabalho falha. Se não formos capazes de comunicar o resultado da nossa pesquisa, o trabalho desenvolvido até então é inútil. Gastaram-se recursos sem que daí ninguém tirasse proveito.

Uma boa comunicação passa por estruturar bem a exposição, de acordo com o plano de pesquisa. Implica:

  1. um encadeamento da comunicação lógica,
  2. distinguir o essencial do acessório,
  3. não confundir factos, ideias, opiniões, percepções.

Não há nada de mais confrangedor do que assistir a uma comunicação mal estruturada, incoerente, em que o comunicador se perde em pormenores laterais, que erra em dados básicos que tinha obrigação de dominar. Quando alguém dedica uma série de horas a investigar um assunto, espera-se que fique a conhecer pelo menos os aspectos fundamentais, que saiba o que é realmente importante, que se dê ao trabalho de ser convincente. Umas vezes, é verdade, não passam de pequenos lapsos irritantes, mas outras revelam trabalho negligente.
Reduzir ao máximo o recurso à improvisação é suficiente para diminuir bastante os erros, as imprecisões e as hesitações.

regras

Quer a exposição seja curta ou longa, simples ou elaborada, com mais ou menos meios técnicos, existem regras a aplicar:

  • rigor no uso da língua,
  • clareza dos esquemas e das ilustrações,
  • citação das fontes,
  • encadeamento das ideias, títulos e sub-títulos.

Cada estilo de exposição, oral, escrita, audiovisual, informática ou outros, implica competências adequadas. 

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