Prémio Aga Khan para a Arquitetura

akaa_logo_english_bis

Em 1977, foi criado o Prémio Aga Khan para a Arquitetura, um dos prémios mais prestigiados naquela área de atividade.

Desempenha um papel importante ao influenciar o discurso arquitetónico global e ao promover soluções inovadoras para os problemas com que se deparam muitas sociedades.

É atribuído de três em três anos aos projetos que estabelecem novos padrões de excelência nas áreas de arquitetura, práticas de planeamento, preservação histórica e arquitetura paisagística. É dada atenção a esquemas de construção que utilizem recursos locais e tecnologia adequada de maneiras inovadoras, e com projetos que inspirem esforços semelhantes noutros locais.

Em 2019, um dos projetos premiados foi uma Biblioteca: Microbiblioteca Taman Bima

Este slideshow necessita de JavaScript.

AKDN

Aga Khan, que é tratado como Sua Alteza, é fundador e principal líder da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento. É o 49º Imam (Líder Espiritual) dos Muçulmanos Shia Imami Ismailis (Ismaelitas, um ramo do Xiismo que é, por sua vez, uma das duas principais facções do Islamismo).

O Governo português concedeu ao Príncipe Aga Khan a nacionalidade portuguesa, já que, tendo nascido na Suíça, crescido e estudado no Quénia e nos Estados Unidos, com ligações ao Canadá, Irão e França, escolheu morar e dirigir a comunidade em Portugal.

Shah Karim al Hussaini, príncipe Aga Khan, tinha 20 anos quando se tornou o imã da minoria xiita de 15 milhões de pessoas, espalhadas por todo o mundo, sucedendo ao avô. Para os muçulmanos ismaelitas é descendente direto do profeta Maomé.

As relações com o nosso país são mais antigas, mas estreitaram-se quando em junho de 2015 foi assinado com o Governo português um acordo para o estabelecimento da sede formal e permanente do gabinete do imã em Lisboa. Significa que os Ismaelitas têm a sua sede no nosso país.

No contexto das suas responsabilidades hereditárias, Sua Alteza o Aga Khan tem estado profundamente envolvido, ao longo de mais de 60 anos, no desenvolvimento de países em todo o mundo através do trabalho da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento.

REDE AGA KHAN PARA O DESENVOLVIMENTO (Aga Khan Development Network) engloba uma série de agências orientadas para o desenvolvimento e a promoção do bem estar das populações: Academias Aga Khan, Agência Aga Khan para o Habitat, Agência Aga Khan para o Microfinanciamento, Serviços Aga Khan de Educação, Fundo Aga Khan para o Desenvolvimento Económico, Serviços Aga Khan para a Saúde, Fundo Aga Khan para a Cultura, Universidade Aga Khan e Universidade da Ásia Central e a Fundação Aga Khan.

aorganigramme.png

Desenvolve atividades em assuntos muito diferentes como é a agricultura e segurança alimentar, arquitetura, sociedade civil, cultura, educação, desenvolvimento empresarial, inclusão financeira, habitat, saúde, cidades históricas, ajuda humanitária, desenvolvimento industrial, desenvolvimento de infraestrutura, média, música, promoção do turismo.

Esta organização tem uma das principais bases em Portugal, onde intervém nas áreas da inclusão social, nomeadamente dos imigrantes, e na educação.

 

Anúncios

Cidadania e Desenvolvimento: documentos do 10.º C1

 

Video de Tomás Fernandes, Felipe Silva, Bernardo Simões, Rui Morais e Gil Ferreira,

alunos do 10º ano, turma C1

 

Trabalho realizado pelas alunas do 10.º C1:

Andreia Dinis, Bia Soares, Carolina Santos, Catarina Bogodyst e Lara Marques

trab dt

Mochilas no JI da Mealhada

As educadoras que trabalham nos Jardins de Infância do Agrupamento de Escolas da Mealhada têm desenvolvido um notável trabalho de promoção da leitura junto das crianças.

Há uns anos que gerem um sistema de maletas em que os livros disponíveis para aquela classe etária existentes nas bibliotecas do Agrupamento circulam entre os estabelecimentos de ensino, proporcionando às crianças renovados momentos de leitura de histórias.

Nas bibliotecas, nomeadamente na do Centro Escolar da Mealhada, também há um serviço de empréstimo de livros para que as famílias possam reservar um momento de leitura em casa. Com a excepção de um ou outro momento infeliz, a generalidade dos membros adultos das famílias tem acolhido muito bem esta iniciativa.

Porém, cedo se percebeu que os livros se iam degradando com rapidez, dado que nestas idades as crianças não têm ainda a maturidade física e intelectual para evitar alguns tipos de má utilização do material. As educadoras e a equipa da biblioteca do CE da Mealhada, conceberam, então, estas pequenas mochilas de pano para transporte dos livros para empréstimo domiciliário.

Boa ideia!!!

01020304

Cidadania e BE- Pensar e intervir

CIDADANIA | NOVO SÍTIO

A Rede de Bibliotecas Escolares, em conformidade com as prioridades para o ano letivo e  assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão,

(web | pdf ING | pdf PT),

criou um sítio em linha:

cidasdania

que poderá ser da melhor utilidade, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

O sítio encontra-se em permanente construção.

Todos os contributos são importantes.

 Os conteúdos deste sítio estruturam-se em

três áreas de ação,

nas quais as crianças e jovens são os protagonistas:

  • Dinâmicas educativas ou jogos de aprendizagem promotores de atitudes e comportamentos que favoreçam a tomada de consciência, decisão e intervenção em grupo e no espaço público;
  • Clips ou ações do quotidiano que, não obstante o caráter espontâneo e efémero, podem ajudar ao envolvimento e à intervenção;
  • Notas das escolas, espaço de partilha, pelas escolas, de ações que realizaram na área da cidadania.

Rómulo – Centro Ciência Viva da UC e a divulgação da Matemática

Divulgamos uma notícia do

fd530-publico

A matemática não é só contar carneiros e outras histórias de divulgação científica

Carlos Fiolhais fundou o Rómulo – Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra que assinala esta sexta-feira dez anos a fazer chegar a ciência a vários públicos, de crianças do ensino básico a universidades seniores.

Carlos Fiolhais começou a percorrer escolas para divulgar ciência em 1983. Inês Guimarães iniciou-se nesse papel em 2015, embora noutro registo. Mudam-se os tempos, mudam-se os meios técnicos. A jovem de 20 anos que está no terceiro ano de Matemática na Universidade do Porto chega a uma audiência de milhares a partir do YouTube. O seu canal, ?MathGurl, em que aborda desafios e curiosidades matemáticas, conta com 65 mil subscritores. O que, não entrando no campeonato dos milhões de seguidores dos youtubers mais populares, já é um número significativo quando o assunto é o “papão da matemática”.
Vídeos de Inês Guimarães: