Romance de estreia

Por Trás do Silêncio

de Heather Gudenkauf 

oferta da Porto Editora

Sinopse

Aos primeiros raios da manhã, na sufocante atmosfera do Iowa, duas famílias acordam e descobrem que as filhas desapareceram misteriosamente durante a noite.

Calli é uma menina meiga e muito sonhadora que sofre de mutismo seletivo, despoletado por um episódio trágico que a mergulhou no silêncio, ainda bebé. Petra é a sua melhor amiga, alma gémea e voz.

As famílias de ambas unem-se no desespero pela ausência das filhas, mas, à medida que o tempo passa, a união e o apoio mútuo dão lugar à suspeição. E a resposta revela-se trancada no silêncio dos mais interditos segredos de família.

Mistério e romance

Desaparecido

de Susan Lewis 

oferta da Porto Editora

prólogo do livro

Sinopse

Num dia de outono perfeitamente normal, Miles Avery leva a sua mulher, Jacqueline, à estação de comboios. O tempo está chuvoso, o trânsito estranhamente complicado e o rádio debita as mais recentes notícias do mundo. Entre o casal não há diálogo e nenhum dos dois parece estar diferente do normal. Miles passa pela paragem de táxis, Jacqueline sai, transportando uma pequena mala feita apenas para uma noite, e dirige-se à estação.
Mas Jacqueline não volta a ser vista… Dá-se início a uma investigação que, rapidamente, volta todas as suspeitas para Miles.
E, à medida que os obscuros segredos do passado começam a fundir-se com os do presente, o grande amor que ele tanto lutou para proteger não só é revelado, mas também ameaçado…

Pessoa: heterónimos

Poesias – Heterónimos Livro

de Fernando Pessoa

introdução e organização de Auxília Ramos e Zaida Braga 

Porto Editora

Sinopse

Torno-me eles e não eu – é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de “outros eus”, a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias.

Os heterónimos Alberto Caeiro – o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um inocente guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.

Isabel Allende

Zorro, o Começo da Lenda

Isabel Allende

Sinopse

Nascido no Sul da Califórnia no século XVIII, Diego de la Veja é um rapaz preso entre dois mundos. O pai, um militar aristocrata espanhol, é um importante latifundiário. A mãe, por outro lado, é uma guerreira da tribo indígena shoshone. Da avó materna, Coruja Branca, aprende os costumes da sua gente, enquanto que do pai aprende a arte da esgrima e como marcar o gado. Durante a infância, cheia de traquinices e aventuras, Diego é testemunha das brutais injustiças que os indígenas norte-americanos enfrentam pela parte dos colonos europeus, e sente pela primeira vez um conflito interior em relação à sua herança. Aos 16 anos, Diego é enviado a Barcelona para receber uma educação europeia. Num país oprimido pela corrupção do domínio napoleónico, o jovem decide seguir o exemplo do seu célebre professor de esgrima, e adere “Á Justiça”, um movimento clandestino de resistência, que se dedica a ajudar os pobres e indefesos. Imerso num mundo de um ambiente de revolta e desordem, enfrenta pela primeira vez um grande rival que vem de um mundo de privilégio. Entre a Califórnia e Barcelona, o Novo Mundo e o Velho Continente, forma-se a personagem do Zorro, nasce um grande herói e começa a lenda. Depois de muitas aventuras – duelos ao amanhecer, violentas batalhas marítimas com piratas e resgates impossíveis -, Diego de la Veja, conhecido também como Zorro, regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu, em busca de justiça para todos aqueles que não podem lutar por si próprios.

Literatura espanhola

A Arte de Matar Dragões Livro

de Ignacio del Valle 

Sinopse

A Arte de Matar Dragões não é apenas um romance de mistério sobre traficantes de arte e ajustes de contas na Espanha do pós-guerra. É também a história de um amor impossível, e um relato iniciático onde o quadro de um anónimo pintor italiano parece ocultar um segredo que se sobrepõe à razão e à história, preservando o espírito da cavalaria medieval através dos séculos num país dominado pela crueldade e pelo ódio.

Pouco depois do fim da guerra civil, os serviços secretos do Alto Estado-Maior franquista recebem a missão de localizar A Arte de Matar Dragões, um quadro desaparecido durante a transferência do espólio do Museu do Prado para o estrangeiro ordenada pelos republicanos. A ordem vem do próprio Serrano Suñer, cunhado do ditador, e caberá a Arturo ¿ um agente de passado obscuro e duvidosas convicções políticas ¿ investigar o desconcertante périplo da obra.

A Arte de Matar Dragões foi galardoado com o Prémio Felipe Trigo de Novela, revelando o seu autor, Ignacio del Valle, como uma das vozes mais originais e marcantes da narrativa espanhola recente.

Este é o segundo romance do autor a ser traduzido para a língua portuguesa. O primeiro foi O Tempo dos Imperadores Estranhos (Porto Editora, 2008), distinguido com o Premio de la Crítica de Asturias, o Premio Libro con Huella e a menção especial do Premio Dashiell Hammett.

Um épico de ação e aventura

Jaguar

J. Pedro Baltasar

Um novo autor português que escreveu um épico cheio de ação e aventura, é fã de todos os grandes clássicos de aventuras (de Júlio Verne a Arthur Conan Doyle e Rider Haggard).

O enredo
Terá o Eldorado realmente existido? Um estranho quadro do século XVI e o diário de um dos lugar-tenentes de Hernán Cortés são o ponto de partida para uma aventura vertiginosa que retoma o espírito dos antigos exploradores.

Em pleno século XXI, em Londres, um assalto mal-sucedido traz à superfície provas da existência de uma forma de vida até então desconhecida. O tenente James Cadwell, da Scotland Yard, é chamado a investigar o caso. Numa situação de puro terror, cruza-se com a bela e invulgar Daniela, descendente de uma antiga raça, artificialmente gerada no México pré-colombiano: os homens-jaguar. Passo a passo, as relíquias do passado e as descobertas presentes revelam-se inesperadamente ligadas, e o mistério sobre as suas origens poderá encontrar-se na cidade perdida.

Romance de José Rodrigues dos Santos

O Último Segredo

José Rodrigues dos Santos

O novo romance de José Rodrigues dos Santos.

Uma paleógrafa é brutalmente assassinada na Biblioteca Vaticana quando consultava um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, o Codex Vaticanus.

A polícia italiana convoca o célebre historiador e criptanalista português, Tomás Noronha, e mostra-lhe uma estranha mensagem deixada pelo assassino ao lado do cadáver. A inspectora encarregada do caso é Valentina Ferro, uma beldade italiana que convence Tomás a ajudá-la no inquérito. Mas a sucessão de homicídios semelhantes noutros pontos do globo leva os dois investigadores a suspeitarem de que as vítimas estariam envolvidas em algo que as transcendia.

Na busca da solução para os crimes, Tomás e Valentina põem-se no trilho dos enigmas da Bíblia, uma demanda que os conduzirá à Terra Santa e os colocará diante do último segredo do Novo Testamento.

A verdadeira identidade de Jesus Cristo

Baseando-se em informações genuínas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra excepcional como o grande mestre do mistério. Mais do que um notável romance, O Último Segredo desvenda-nos a chave do mais desconcertante enigma das Escrituras.

Romance histórico

A Papisa Joana

Donna Woolfolk Cross

Sinopse

Personagem histórica envolta em lenda, a papisa Joana protagoniza a notável ascensão de uma mulher que não aceita as limitações que a sua época lhe impõe. Dotada de uma inteligência esclarecida e de uma imensa força de carácter, atinge o mais elevado grau da hierarquia religiosa católica. Apoiado numa investigação rigorosa, este é um romance magnífico, cativante, que prende o leitor nas complexidades da luta pelo poder, das conspirações e segredos políticos e dos fanatismos sangrentos. O livro que inspirou um grande filme épico realizado em 2010.

Literatura juvenil

Dr. Maníaco vs. Robby Schwartz Livro

 de R. L. Stine

Perigo Digital!
Robby cria banda desenhada no computador. O seu personagem preferido é o Dr. Maníaco, um supervilão estranho e maldoso. O Dr. Maníaco não é um médico a sério, mas é um maníaco, sem dúvida. E agora anda à solta… no mundo real!
Entretanto, sete miúdos estão aprisionados no conhecido parque temático chamado TerrorLândia. Conseguirá Robby aguentar-se tempo suficiente para os procurar e salvar? Na Aldeia dos Lobisomens a situação está peluda…

Oferta da Porto Editora.

Programa de Neurociência

Programa de Neurociência

Rafael Pereira

O livro apresenta como uma ferramenta pedagógica susceptível de gerar assinaláveis benefícios no desenvolvimento da literacia junto das novas gerações, um conjunto encadeado de sugestões de natureza prática e lúdica, dirigido à estimulação cerebral e visando a optimização das capacidades especificamente vocacionada para a apropriação das competências, intervenção educativa, tendo como propósito, a promoção da consciência fonológica mediante a exploração da motricidade fina da criança aliada à estimulação plurissectorial.

Neste livro, Rafael Pereira começa por explicar o modo como o cérebro funciona e formas de estimulação cerebral, para depois apresentar uma proposta de intervenção em leitura e escrita, fundamentando-se para tal nos conhecimentos atuais das neurociências. Um programa de exercícios personalizados na forma de jogos que comprovadamente ajudam o aluno a melhorar a sua capacidade de memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico e visão especial.

Deste modo, o presente livro torna-se uma ferramenta indispensável para quem, apoiando-se num conhecimento científico moderno sobre o funcionamento do cérebro, quer facilitar o processo de aprendizagem da leitura e da escrita.

Autor:

Especialista em Dislexia e Dificuldades de Aprendizagem. Doutorado pela Universidade da Extremadura, Espanha, em Novos Contextos Psicológicos em Educação Saúde e Qualidade de Vida. Autor de várias obras de avaliação e intervenção na leitura, escrita e matemática. Formador a nível nacional e internacional na área das dificuldades de aprendizagem.

Editora (aqui)

Programa De Estimulação Em Neuroeducação

Programa De Estimulação Em Neuroeducação

Cátia Mateus

Como aprender e ensinar melhor? Que estratégias podemos nós, enquanto profissionais utilizar para que as crianças possam aprender melhor? Estas tem sido duas questões que ao longo dos tempos tem vindo a ser debatida pelos diferentes técnicos e especialistas da área da Educação e das Neurociências.
Um Manual Prático que visa estimular em sessões sequenciais e lógicas, o desenvolvimento de competências e processos específicos no cérebro das crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico.

MATÉRIAS

  • HABILIDADES DE ATENÇÃO, PERCEÇÃO E VIGÍLIA
  • MEMÓRIA E MEMÓRIA DE TRABALHO
  • COMPREENSÃO VERBAL
  • CONSCIÊNCIA ESPACIOTEMPORAL
  • RACIOCÍNIO LÓGICO
  • COMPETÊNCIAS NUMÉRICAS

AUTORA

Doutorada pela Universidade de Salamanca em Educación Especial, Objeto y Tendencias de Investigación. Técnica Superior de Educação e Reabilitação Psicomotora. Coordenadora Pedagógica de vários cursos, entre eles a Pós-Graduação em NeuroEducação – Neurociência Cognitiva Aplicada à Educação e Distúrbios de Aprendizagem. Formadora em NeuroEducação e Educação Especial.

EDITORA (AQUI)

Bussaco ou Buçaco? Nuno Alegre explica

Bussaco vs Buçaco

Nuno Alegre

Apresentação do livro: Bairrada Informação | Aveiro Mag

Este livro, se bem que escrito por um investigador amador (no melhor sentido da palavra: “aquele que ama”), mostra um cuidado na procura de fontes sérias e o proveito do conselho de uma especialista neste género de estudos, que bem conhecemos: a Professora Doutora Maria Alegria Marques.

A partir da polémica da dupla forma de grafar o nome da Serra, apresenta elementos importantes para o conhecimento da Serra do Buçaco (Bussaco?), da Vila do Luso e de outras áreas à volta, incluindo o “mistério” do Mosteiro da Vacariça.

Longe de ter a consolidação formal e interpretativa de uma obra académica ou de investigadores profissionais, parece-nos, acima de tudo, uma obra séria.

O Mar em Casablanca de Francisco José Viegas

O Mar em Casablanca
FRANCISCO JOSÉ VIEGAS

Autor vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra Longe de Manaus.

Da Editora:

O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial – e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.

Alice Vieira

Lote 12, 2.º Frente

Alice Vieira

Primeiro é a barafunda da mudança, as coisas não se encontram, os trapos velhos que não há, os cheiros que são diferentes.

Mariana e Rosa mudaram de casa e agora têm de se adaptar não apenas à casa nova mas também a vizinhos novos, à escola nova, a colegas novos, a lojas novas e a novos hábitos. E nesse primeiro ano na casa nova, muita coisa acontece.

Até o corpo de Mariana fica diferente: a minha filha amadureceu, diz-lhe a mãe num dia muito especial.

Uma das mais queridas e lidas escritoras do país.

Notas sobre a autora na editora Caminho

O Capitão das Sardinhas de Manuel Manzano

O Capitão das Sardinhas
Manuel Manzano

Divertidíssimo romance policial, que segue as aventuras e desventuras do primeiro serial-killer invisual da história. Gabriel Saviela é cego e passou toda a sua vida a ser humilhado pela mãe, que decide assassinar dando os restos mortais desta a comer ao seu cão – depois matou o periquito. Isso constituirá o início de uma série de mortes atrozes e aventuras rocambolescas…

Crónicas inspiradíssimas de Ricardo Araújo Pereira

ESTAR VIVO ALEIJA
RICARDO ARAÚJO PEREIRA

NOTA INFORMATIVA DA EDITORA “TINTA DA CHINA”

As crónicas escritas para o jornal brasileiro Folha de S. Paulo, que mostram Ricardo Araújo Pereira como nunca o lemos antes.

Do elogio do silêncio à crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais, passando pela defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard, do Candy Crush como de Flaubert. Pelo caminho, desmonta‑se o mito da auto‑ajuda, discutem‑se problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam‑se intolerâncias alimentares contemporâneas e o intemporal complexo de Édipo, levantam‑se questões prementes para os casais de hoje, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre, e pergunta‑se que papel desempenha no mundo a pessoa, a gente, o povo e a humanidade.

«Edith Piaf declarou famosamente que não se arrependia de nada. Que sorte. Eu sou o seu rigoroso inverso: arrependo‑me de tudo. Isto que vou fazendo não é exactamente viver. É o rascunho de uma vida. Precisava de outra para passar tudo a limpo e comportar‑me como deve ser. O meu epitáfio será, provavelmente: ‘Aqui jaz Ricardo Araújo Pereira, com a mão na testa.’ É isso que vou fazer, parece‑me, mesmo antes de morrer. Levar a mão à testa e dizer, desconsolado: ‘Ah. Então era assim que devia ter vivido.’ Devia ter feito muitas coisas que não fiz e não devia ter feito a maior parte das coisas que fiz. Os franceses têm uma expressão: L’esprit d’escalier, o espírito da escada. Serve para designar aquela resposta brilhante da qual a gente se lembra quando já é tarde demais. O orador abandona a tribuna e, no momento em que já vai a descer a escada, ocorre‑lhe o que, de facto, deveria ter dito. Eu terei o espírito da escada aplicado à vida: o espírito da tumba. Suspeito que só saberei viver depois de ter vivido. Só terei espírito quando já for um espírito.»

Crítica de João Pedro Vala: Ricardo Araújo Pereira e o palhaço de Kierkegaard

Talvez o maior triunfo de RAP seja o de convencer o leitor que “Estar Vivo Aleija” é um livro escrito por um humorista quando, como se verá, não é esse o caso.

Como foi Portugal no início

Identificação de Um País

I — Oposição
II — Composição

José Mattoso

«Este livro nasce de uma insatisfação: a de não encontrar na historiografia portuguesa respostas para muitas interrogações que a moderna ciência histórica não pode deixar de colocar. Tentei dar as minhas e coordená-las num conjunto que constituísse uma visão global da História de Portugal durante os seus dois primeiros séculos.
A minha curiosidade orientou-se especialmente para os homens concretos, a sua maneira de viver e de pensar. As instituições, as estruturas, as formações sociais e económicas interessaram-me sobretudo na medida em que os podem revelar. Mas o que mais me atrai no passado medieval é a mentalidade: como é que os homens viam o mundo e se organizavam para tentarem dominar a realidade, nessa época tão diferente da nossa? A mentalidade parece-me, por sua vez, uma das chaves mais decisivas para a compreensão das estruturas.
[…] Mais do que exaltar a Pátria, interessa-me o relacionamento dos Portugueses uns com os outros. Acabado o trabalho, pergunto a mim próprio se o tema escolhido e a maneira como o tratei não são fruto das minhas interrogações acerca das divergências políticas e de todo o género que atualmente dividem o povo português, e que parece estarem longe de se resolverem. A resposta do passado medieval, pelo menos a que ouvi, foi esta: Portugal é irredutível e simultaneamente uno e múltiplo. A História convida-nos a viver com as incomodidades daí decorrentes e a tentar tirar delas algum partido.»

José Mattoso, in editora “temas e debates”

“A História só pode ser «luz» para a humanidade se for contada sem «apologética»”

José Mattoso em entrevista à ECCLESIA