Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Conjunto de fotos originais obtidas pela professora Amélia Santos do campo Auschwitz [ver em Magisto]:

O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é celebrado anualmente no dia 27 de janeiro, no aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazi de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas em 27 de janeiro de 1945. Este dia foi proclamado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto através da Resolução 60/7 [en] adotada na Assembleia Geral das Nações Unidas de 1 de novembro de 2005. [+ info]

Com esta comemoração procura-se recordar a tragédia do Holocausto e a promover o ensino sobre o tema, de forma a manter na memória colectiva as vítimas e as circunstâncias que levaram à uma escala de atrocidades inimaginável, assim como desenvolver a consciência de que urge combater o anti-semitismo, o racismo e quaisquer outras formas de intolerância que possam levar à violência e a situações de genocídio.

De que é capaz o cérebro humano

O PROJECTO FRONTEIRAS XXI promove debates sobre os grandes temas que desafiam Portugal e o mundo, convidando conceituados especialistas nacionais e internacionais e que é um programa mensal da RTP3 que resulta de uma parceria entre a Fundação Francisco Manuel dos Santos e a RTP, transmitido em sinal aberto na RTP3.

Num destes debates, o tema é o cérebro humano.

A dada altura fala-se na forma como este órgão funciona, à luz do que dele se conhece, e a importância deste conhecimento para o desenvolvimento das crianças e, obviamente, do papel do livro e da Escola nesse processo.

O título é De Que é Capaz o Cérebro Humano, e foi o episódio 6, da 4.ª temporada e passou no dia 2 Janeiro de 2021.

Programa de Neurociência

Programa de Neurociência

Rafael Pereira

O livro apresenta como uma ferramenta pedagógica susceptível de gerar assinaláveis benefícios no desenvolvimento da literacia junto das novas gerações, um conjunto encadeado de sugestões de natureza prática e lúdica, dirigido à estimulação cerebral e visando a optimização das capacidades especificamente vocacionada para a apropriação das competências, intervenção educativa, tendo como propósito, a promoção da consciência fonológica mediante a exploração da motricidade fina da criança aliada à estimulação plurissectorial.

Neste livro, Rafael Pereira começa por explicar o modo como o cérebro funciona e formas de estimulação cerebral, para depois apresentar uma proposta de intervenção em leitura e escrita, fundamentando-se para tal nos conhecimentos atuais das neurociências. Um programa de exercícios personalizados na forma de jogos que comprovadamente ajudam o aluno a melhorar a sua capacidade de memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico e visão especial.

Deste modo, o presente livro torna-se uma ferramenta indispensável para quem, apoiando-se num conhecimento científico moderno sobre o funcionamento do cérebro, quer facilitar o processo de aprendizagem da leitura e da escrita.

Autor:

Especialista em Dislexia e Dificuldades de Aprendizagem. Doutorado pela Universidade da Extremadura, Espanha, em Novos Contextos Psicológicos em Educação Saúde e Qualidade de Vida. Autor de várias obras de avaliação e intervenção na leitura, escrita e matemática. Formador a nível nacional e internacional na área das dificuldades de aprendizagem.

Editora (aqui)

Programa De Estimulação Em Neuroeducação

Programa De Estimulação Em Neuroeducação

Cátia Mateus

Como aprender e ensinar melhor? Que estratégias podemos nós, enquanto profissionais utilizar para que as crianças possam aprender melhor? Estas tem sido duas questões que ao longo dos tempos tem vindo a ser debatida pelos diferentes técnicos e especialistas da área da Educação e das Neurociências.
Um Manual Prático que visa estimular em sessões sequenciais e lógicas, o desenvolvimento de competências e processos específicos no cérebro das crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico.

MATÉRIAS

  • HABILIDADES DE ATENÇÃO, PERCEÇÃO E VIGÍLIA
  • MEMÓRIA E MEMÓRIA DE TRABALHO
  • COMPREENSÃO VERBAL
  • CONSCIÊNCIA ESPACIOTEMPORAL
  • RACIOCÍNIO LÓGICO
  • COMPETÊNCIAS NUMÉRICAS

AUTORA

Doutorada pela Universidade de Salamanca em Educación Especial, Objeto y Tendencias de Investigación. Técnica Superior de Educação e Reabilitação Psicomotora. Coordenadora Pedagógica de vários cursos, entre eles a Pós-Graduação em NeuroEducação – Neurociência Cognitiva Aplicada à Educação e Distúrbios de Aprendizagem. Formadora em NeuroEducação e Educação Especial.

EDITORA (AQUI)

Bussaco ou Buçaco? Nuno Alegre explica

Bussaco vs Buçaco

Nuno Alegre

Apresentação do livro: Bairrada Informação | Aveiro Mag

Este livro, se bem que escrito por um investigador amador (no melhor sentido da palavra: “aquele que ama”), mostra um cuidado na procura de fontes sérias e o proveito do conselho de uma especialista neste género de estudos, que bem conhecemos: a Professora Doutora Maria Alegria Marques.

A partir da polémica da dupla forma de grafar o nome da Serra, apresenta elementos importantes para o conhecimento da Serra do Buçaco (Bussaco?), da Vila do Luso e de outras áreas à volta, incluindo o “mistério” do Mosteiro da Vacariça.

Longe de ter a consolidação formal e interpretativa de uma obra académica ou de investigadores profissionais, parece-nos, acima de tudo, uma obra séria.

O Mar em Casablanca de Francisco José Viegas

O Mar em Casablanca
FRANCISCO JOSÉ VIEGAS

Autor vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra Longe de Manaus.

Da Editora:

O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detetive dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial – e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.

Alice Vieira

Lote 12, 2.º Frente

Alice Vieira

Primeiro é a barafunda da mudança, as coisas não se encontram, os trapos velhos que não há, os cheiros que são diferentes.

Mariana e Rosa mudaram de casa e agora têm de se adaptar não apenas à casa nova mas também a vizinhos novos, à escola nova, a colegas novos, a lojas novas e a novos hábitos. E nesse primeiro ano na casa nova, muita coisa acontece.

Até o corpo de Mariana fica diferente: a minha filha amadureceu, diz-lhe a mãe num dia muito especial.

Uma das mais queridas e lidas escritoras do país.

Notas sobre a autora na editora Caminho

O Capitão das Sardinhas de Manuel Manzano

O Capitão das Sardinhas
Manuel Manzano

Divertidíssimo romance policial, que segue as aventuras e desventuras do primeiro serial-killer invisual da história. Gabriel Saviela é cego e passou toda a sua vida a ser humilhado pela mãe, que decide assassinar dando os restos mortais desta a comer ao seu cão – depois matou o periquito. Isso constituirá o início de uma série de mortes atrozes e aventuras rocambolescas…

Crónicas inspiradíssimas de Ricardo Araújo Pereira

ESTAR VIVO ALEIJA
RICARDO ARAÚJO PEREIRA

NOTA INFORMATIVA DA EDITORA “TINTA DA CHINA”

As crónicas escritas para o jornal brasileiro Folha de S. Paulo, que mostram Ricardo Araújo Pereira como nunca o lemos antes.

Do elogio do silêncio à crítica ao império dos telemóveis e das redes sociais, passando pela defesa da liberdade de expressão e pela metafísica do pecado, estes textos tanto falam de Cristiano Ronaldo como de Kierkegaard, do Candy Crush como de Flaubert. Pelo caminho, desmonta‑se o mito da auto‑ajuda, discutem‑se problemas de linguagem que só a RAP apoquentam, questionam‑se intolerâncias alimentares contemporâneas e o intemporal complexo de Édipo, levantam‑se questões prementes para os casais de hoje, como a escolha entre ter filhos ou ser feliz para sempre, e pergunta‑se que papel desempenha no mundo a pessoa, a gente, o povo e a humanidade.

«Edith Piaf declarou famosamente que não se arrependia de nada. Que sorte. Eu sou o seu rigoroso inverso: arrependo‑me de tudo. Isto que vou fazendo não é exactamente viver. É o rascunho de uma vida. Precisava de outra para passar tudo a limpo e comportar‑me como deve ser. O meu epitáfio será, provavelmente: ‘Aqui jaz Ricardo Araújo Pereira, com a mão na testa.’ É isso que vou fazer, parece‑me, mesmo antes de morrer. Levar a mão à testa e dizer, desconsolado: ‘Ah. Então era assim que devia ter vivido.’ Devia ter feito muitas coisas que não fiz e não devia ter feito a maior parte das coisas que fiz. Os franceses têm uma expressão: L’esprit d’escalier, o espírito da escada. Serve para designar aquela resposta brilhante da qual a gente se lembra quando já é tarde demais. O orador abandona a tribuna e, no momento em que já vai a descer a escada, ocorre‑lhe o que, de facto, deveria ter dito. Eu terei o espírito da escada aplicado à vida: o espírito da tumba. Suspeito que só saberei viver depois de ter vivido. Só terei espírito quando já for um espírito.»

Crítica de João Pedro Vala: Ricardo Araújo Pereira e o palhaço de Kierkegaard

Talvez o maior triunfo de RAP seja o de convencer o leitor que “Estar Vivo Aleija” é um livro escrito por um humorista quando, como se verá, não é esse o caso.

Como foi Portugal no início

Identificação de Um País

I — Oposição
II — Composição

José Mattoso

«Este livro nasce de uma insatisfação: a de não encontrar na historiografia portuguesa respostas para muitas interrogações que a moderna ciência histórica não pode deixar de colocar. Tentei dar as minhas e coordená-las num conjunto que constituísse uma visão global da História de Portugal durante os seus dois primeiros séculos.
A minha curiosidade orientou-se especialmente para os homens concretos, a sua maneira de viver e de pensar. As instituições, as estruturas, as formações sociais e económicas interessaram-me sobretudo na medida em que os podem revelar. Mas o que mais me atrai no passado medieval é a mentalidade: como é que os homens viam o mundo e se organizavam para tentarem dominar a realidade, nessa época tão diferente da nossa? A mentalidade parece-me, por sua vez, uma das chaves mais decisivas para a compreensão das estruturas.
[…] Mais do que exaltar a Pátria, interessa-me o relacionamento dos Portugueses uns com os outros. Acabado o trabalho, pergunto a mim próprio se o tema escolhido e a maneira como o tratei não são fruto das minhas interrogações acerca das divergências políticas e de todo o género que atualmente dividem o povo português, e que parece estarem longe de se resolverem. A resposta do passado medieval, pelo menos a que ouvi, foi esta: Portugal é irredutível e simultaneamente uno e múltiplo. A História convida-nos a viver com as incomodidades daí decorrentes e a tentar tirar delas algum partido.»

José Mattoso, in editora “temas e debates”

“A História só pode ser «luz» para a humanidade se for contada sem «apologética»”

José Mattoso em entrevista à ECCLESIA

Um livro muito original vindo da Argentina

O Nervo Ótico
de María Gainza

Livro recomendado PNL2027 para 15-18 anos – leitura fluente

SINOPSE DO EDITOR.

Quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujjita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, a sua narradora está também a falar do hospital em que o marido fez quimioterapia e onde uma prostituta andava de quarto em quarto, da decadência da sua própria família em Buenos Aires, do desaparecimento precoce de uma amiga, do desconforto da gravidez ou até do pânico de voar. Como num museu – lugar que, aliás, frequenta muitas vezes à maneira de uma sala de primeiros-socorros –,a sua vida tem obviamente obras-primas, mas também pequenos quadros escondidos em corredores escuros e estreitos. E, no entanto, todos eles importam.
O Nervo Ótico é um livro de olhares: olhares dirigidos a pinturas e a quem as contempla. Singular e inclassificável, celebra o detalhe e inaugura um género literário no qual confluem, de forma absolutamente perfeita, a história da arte e a crónica íntima, num tom que oscila entre a comédia social e a ironia trágica. Traduzido por grandes editoras em todo o mundo, esta obra de estreia, tão depressa ousada como subtil, apresenta-nos uma grande escritora contemporânea.

ENRIQUE VILA-MATAS

«Como diz María Gainza no seu excepcional O Nervo Ótico, suponho que seja sempre assim: escreve-se uma coisa para contar outra.»

Francisco Moita Flores

O sangue da honra
Francisco Moita Flores e António de Sousa Duarte

António Sousa Duarte realizou uma investigação jornalística sobre a Máfia Italiana e Frank Capra, o mais popular e reverenciado cineasta de sua época. Francisco Moita Flores interessou-se muito pelo tema e, com a autorização do jornalista, escreveu um romance a partir do material reunido.

Frank Capra, um dos grandes mitos de Hollywood, começou por se chamar Francesco e nasceu na Sicília, em Bisacquino, um lugar perdido nas montanhas que também viu nascer D. Vito Cascio-Ferro, um dos fundadores da Máfia siciliana e o mandante do assassinato de Joe Petrosino, famoso polícia de Nova Iorque, nascido em Nápoles. Três homens que se cruzam aqui numa história extraordinária, das que forjaram o nosso tempo na viragem para o século xx. Cinema, Máfia e ópera são o pano de fundo deste novo Era uma vez na América.

Conjeturas e Refutações de Karl Popper

Conjeturas e Refutações

Karl Popper

SINOPSE (em WOOK)
«Muitos amigos de Sir Karl Popper e muitos estudiosos da sua obra consideram o presente livro, Conjecturas e Refutações (originalmente publicado em inglês, em 1963), a melhor introdução ao pensamento do autor. Encontro-me entre os subscritores desse ponto de vista e, por isso, considero particularmente louvável a sua edição em Portugal pela prestigiosa Edições 70 – a quem agradeço o honroso convite para escrever estas palavras de apresentação do autor e da sua obra, sobretudo na sua dimensão política (única área em que posso reclamar alguma competência). (…) Na base da filosofia do conhecimento de Popper, originalmente apresentada no seu livro Lógica da Descoberta Científica (publicado pela primeira vez em alemão, em 1934), está uma observação muito simples que é costume designar por “assimetria dos enunciados universais”. Esta assimetria reside no facto de que, enquanto nenhum número finito de observações (positivas) permite validar definitivamente um enunciado universal, basta uma observação (negativa) para o invalidar ou refutar.

Por outras palavras, e citando um exemplo que se tornou clássico: por mais cisnes brancos que sejam encontrados, nunca podemos ter a certeza de que todos os cisnes são brancos (pois, amanhã, alguém pode encontrar um cisne preto). Em contrapartida, basta encontrar um cisne preto para ter a certeza de que é falso o enunciado universal “todos os cisnes são brancos”.»

BIOGRAFIA de Karl Popper

Karl Marx de Raymond Aron

Karl Marx
de Raymond Aron

SINOPSE

Publicada originalmente em 1967, a reflexão de Raymond Aron sobre o pensamento político de Karl Marx é considerada por muitos como a mais rigorosa e perspicaz. Um texto clássico pleno de actualidade.

ARTIGO de OBSERVADOR: O ópio dos intelectuais por Miguel Freitas da Costa

Vale a pena continuar a ler obras sobre Marx? Tendo em conta a situação presente, claro que sim – até para perceber a sua promessa de uma salvação “colectiva”, “terrena”, “miraculosa” e “total”