F. SCOTT FITZGERALD: O Grande Gatsby

O Grande Gatsby
F. SCOTT FITZGERALD

ILUSTRAÇÃO: AKACORLEONE – CURADORIA: UNDERDOGS

Era uma vez o fascínio e a boémia…
O romance de Jay Gatsby e Daisy surge, como pano de fundo, a retratar os loucos anos 20 e os prazeres da sociedade da época. Mas por detrás do sonho americano, a ambição começa a revelar-se perigosa.

Borges

História Universal da Infâmia
JORGE LUIS BORGES

Jorge Luis Borges (Buenos Aires, 24 de Agosto de 1899 – Genebra, 14 de Junho de 1986) foi um dos maiores escritores do século XX.

As narrativas reunidas neste livro foram executadas de 1933 a 1934.

«São a irresponsável brincadeira de um tímido que não se animou a escrever contos e que se distraiu em fabricar e tergiversar (sem justificativa estética, vez ou outra) alheias histórias.»

«Derivam, creio, das minhas releituras de Stevenson e de Chesterton e também dos primeiros filmes de Von Sternberg e talvez de certa biografia de Evaristo Carriego.»

Jorge Luís Borges

Aprender a ser cientista

Conselhos para jovens cientistas por E.O. Wilson

“O mundo precisa de vocês, muito!”

Conferências TEDMED em abril de 2012 .

Mostrando um pouco do seu próximo livro, ele dá conselhos reunidos durante uma vida de experiências, recordando-nos que maravilha e criatividade são o centro da vida científica

Livro que inspira nos leitores a paixão pelas maravilhas da ciência e o respeito pelo lugar modesto que o ser humano ocupa no ecossistema do planeta.
O autor condensou sessenta anos de experiência num livro essencial para todos os que se interessam pela área e não hesitou em incluir conselhos sobre como eleger uma área de estudo, escolher um orientador ou aplicar a teoria científica ao mundo real.
Wilson insiste que o êxito nas ciências não depende das capacidades matemáticas nem mesmo de um QI elevado, mas antes da paixão em encontrar um problema e solucioná-lo.

CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Muito bem escrito, pormenorizado e prático, este livro deve ser lido por todos os que ponderam seguir uma carreira científica.»
Boston Globe

«O prestigiado biólogo baseia-se na sua longa carreira para aconselhar todos os que se interessam pela ciência. (…) Esta obra brilha com o amor de um homem pela ciência.»
Kirkus Reviews

«A inspiração ideal para cientistas de todas as idades e de todas as áreas.»
Nature «O primeiro e mais importante livro sobre a paixão e a maravilha da descoberta.»
New York Times Book Review

Um clássico de Gabriel García Márquez

O Amor nos Tempos de Cólera
de Gabriel García Márquez

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1982

«O Amor nos Tempos de Cólera é um romance (…) onde se fundem o fulgor imagístico, o difícil triunfo do amor, as aventuras e desventuras da própria felicidade humana (…) Ao longo dum flash-back de quatrocentas páginas vertiginosas, compostas numa espécie de pauta estilística e musical, da qual não estão sequer ausentes o humor, a poesia e a vertigem das imagens (…) o leitor recupera o ritmo encantatório duma escrita que não tem conhecido imitadores à altura.»
João de Melo

«Um absoluto domínio da forma narrativa.»
El País

Escritor colombiano nascido a 6 de março de 1927 em Aracataca. Deixado ao cuidado dos seus avós, foi influenciado pelas tradições orais indígenas e estudou na austeridade de um colégio de jesuítas.
Terminando os seus estudos secundários, ingressou no curso de Direito da Universidade de Bogotá, mas não o chegou a concluir. Fascinado pela escrita, transferiu-se para a Universidade de Cartagena, onde recebeu preparação académica em Jornalismo. Publicou o seu primeiro conto, “La Hojarasca”, em 1947. No ano seguinte, deu início a uma carreira como jornalista, colaborando com inúmeras publicações sul-americanas. No ano de 1954 foi enviado para Roma, como correspondente do jornal El Espectador mas, pouco tempo depois, o regime ditatorial colombiano encerrou a redação, o que contribuiu para que Márquez continuasse na Europa, sentindo-se mais seguro longe do seu país.
Em 1955 publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de contos que já haviam aparecido em publicações periódicas, e que levou o título do mais famoso, “La Hojarasca”.
Em 1967 publicou a sua obra mais conhecida, o romance “Cien Años De Soledad” (“Cem Anos de Solidão”), romance que se tornou num marco considerável no estilo denominado como realismo mágico. Em “El Otoño Del Patriarca” (1977), Márquez conta a história de um patriarca, cuja notícia da morte origina uma autêntica luta de poder.
Uma outra obra tida entre as melhores do escritor é “Crónica De Una Muerte Anunciada” (1981, “Crónica de uma Morte Anunciada”), romance que descreve o assassinato de um homem em consequência da violação de um código de honra. Depois de “El Amor En Los Tiempos De Cólera” (1985, “Amor em Tempos de Cólera”), o autor publicou “El General En Su Laberinto” (1989), obra que conta a história da derradeira viagem de Simão Bolívar para jusante do Rio Magdalena. Em 2003, foi editado “Viver para Contá-la”, um volume de memórias.

Morreu a 17 de abril de 2014, aos 87 anos, em sua casa na Cidade do México.

Um campeão do Xadrez no perigoso jogo político na Rússia atual

Garry Kasparov foi um grande campeão de xadrez, que manteve uma lendária disputa com Karpov, outro grande campeão, pelo título mundial.

Hoje aparece como ativista político e grande crítico do regime de Putin.

Com este livro alerta o mundo da ameaça à estabilidade mundial que Putin representa.

É uma das poucas vozes ativas da oposição russa e revela nesta obra como as ações de Putin podem colocar em causa a paz do planeta.

O Inimigo que Vem do Frio é uma crítica feroz às tendências autocráticas de Putin e um alerta importante aos principais líderes para que deixem de pactuar com o presidente russo.

Um novo leitor aos 50 anos

A publicação Blitz, especializada em notícias sobre música e cultura Pop, noticiou que Tony Mortimer, antigo vocalista de uma boyband, deu uma entrevista em que diz ter descoberto o prazer de ler aos 50 anos.

Este novo hábito nasceu do aborrecimento provocado pela quarentena e agora não consegue parar. Já leu cerca de 70 livros explorando uma aplicação no seu smartphone para livros, onde descobriu centenas de livros.

Um clássico distópico

Obra visionária, Kallocaína (1940) é uma das grandes distopias do século XX, herdeira de Nós, de Zamiatine, e de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, e predecessora de 1984, de George Orwel.

Num futuro desumanizado, um estado totalitário controla uma sociedade que, na ânsia da segurança prometida, se vergou à sua vontade. Em cidades subterrâneas, envolvido numa guerra permanente, o Estado Mundial erigiu a delação em acto cívico e dispõe a seu bel-prazer da vida dos seus consoldados, que, temendo denúncias e perseguições, tudo cumprem em nome do bem comum. Quando o cientista Leo Kall descobre um soro da verdade – a kallocaína –, mais eficaz do que a tortura ou a propaganda, o Estado não se coíbe de derrubar as já frágeis barreiras da individualidade e de extorquir todos os segredos e pensamentos dos seus cidadãos. Requiem pela humanidade em tempos negros, Kallocaína conserva até hoje toda a sua clarividência.

Artigo do “Estadão

Raymond Aron: sociologia

As Etapas do Pensamento Sociológico
Raymond Aron

Clássico da Sociologia contemporânea.

Constituído por sete estudos sobre os fundadores da Sociologia – Montesquieu, Comte, Marx e Tocqueville – e sobre a geração da viragem do século XX – Durkheim, Pareto e Weber -, procura investigar as origens da Sociologia moderna através da elaboração de uma galeria de retratos intelectuais.

«Estes retratos são de sociólogos ou de filósofos? Não o discutirei.», explica o autor. «Digamos que se trata de uma Filosofia social de um tipo relativamente novo, de um modo de pensar sociológico, caracterizado pela intenção de ciência e pelo visar do social, modo de pensar que desabrocha neste último terço do século XX. O homo sociologicus está em vias de substituir o homo oeconomicus. (…) Os sociólogos reclamam-se de métodos empíricos, praticam inquéritos por meio de sondagens, empregam um sistema conceptual que lhes é próprio, interrogam a realidade social de um certo ângulo, têm uma óptica específica. Este modo de pensar alimenta-se de uma tradição cujas origens esta galeria de retratos descobre».

BIO

Artigo na Encyclopaedia Britannica

Portal da Literatura:

antes do tempo ou não, Raymond Arons teve razão no seu tempo e continua a tê-la hoje.

Protocolo

O Livro do Protocolo
José Bouza Serrano

Considero este manual como a Bíblia do Protocolo.

um leitor

SINOPSE (WOOK)
Como deverei cumprimentar o Senhor Presidente da República? Quais são as regras por detrás de uma visita de Estado? Como se organiza um banquete no Palácio da Ajuda? Se quiser convidar o meu diretor para jantar em minha casa, como devo proceder? Como se organiza um conselho de administração de uma empresa? Como escrevo uma nota de pêsames? Com uma experiência diplomática de mais de 30 anos, o atual Chefe de Protocolo do Estado, José Bouza Serrano, traz-nos O Livro do Protocolo, onde procura responder a todas as questões protocolares, cerimoniais, de cortesia e de etiqueta com que nos deparamos no nosso dia a dia em sociedade. Ao longo destas páginas, amplamente ilustradas, o leitor poderá encontrar as regras do protocolo oficial, com a descrição dos seus procedimentos nos diversos órgãos de soberania, do Presidente da República aos Tribunais, tomará conhecimento da lei das Precedências, que nãos é mais do que o elenco de pessoas organizadas, por lei, segundo a sua importância, que determina a sua colocação numa cerimónia oficial, de algumas particularidades e variantes específicas do Protocolo Diplomático, Religioso, Autárquico, Académico e Empresarial. O autor aborda ainda questões fundamentais como o relacionamento através da comunicação escrita e falada, as formas de tratamento e o vestuário, não esquecendo as condecorações, a segurança e a comunicação social. Uma menção ainda para os rituais de passagem na nossa caminhada pela vida, onde como em tudo existem regras a seguir, do nascimento, passando pelo casamento até à morte.

Distopia de Philip K. Dick

O Homem do Castelo Alto
Philip K. Dick

Tradução: António Porto

América, quinze anos após o final da Segunda Grande Guerra. As potências vencedoras dividiram as suas conquistas: os nazis controlam Nova Iorque e a Califórnia é controlada por Japoneses.

Mas entre estes dois estados confrontados numa guerra fria existe uma zona neutra onde, dizem os rumores, reside o lendário autor Hawthorne Abendsen, que receia pela sua vida, pois escreveu em tempos um livro no qual os aliados venceram a Segunda Grande Guerra.

John Brunner

«O escritor de ficção científica mais consistente do mundo.»

L.A. Weekly

«Um dos genuínos visionários que a ficção norteamericana produziu.»

Paul Williams, Rolling Stone

«Philip K. Dick vê e abraça as possibilidades aterradoras de que os outros autores fogem.»

SINOPSE WOOK:

Estamos em 1962. A Segunda Guerra Mundial terminou há dezassete anos e a população já teve tempo de se adaptar à nova ordem mundial. Mas não tem sido fácil: o Mediterrâneo foi drenado, a população de África foi eliminada e os Estados Unidos da América divididos entre nazis e japoneses.
Na zona neutra que divide as duas superpotências vive o homem do castelo alto, autor de um bestseller de culto, uma obra de ficção que oferece uma teoria alternativa da história mundial em que o Eixo perdeu a guerra. O romance é um grito de revolta para todos aqueles que sonham derrubar os invasores. Mas poderá ser mais do que isso?
Subtil e complexo, O Homem do Castelo Alto permanece como o melhor romance de história alternativa jamais escrito.

SÉRIE NA AMAZOM

ARTIGO NA SUPERINTERESSANTE (com spoilers)

Georg Elser, o homem que tentou matar Hitler

O Homem Que Tentou Matar Hitler passa-se na Alemanha, pouco antes Segunda Guerra Mundial.

Narra a tentativa de assassinato de Hitler no dia 8 de novembro de 1939 e tudo o que a envolveu, por Georg Elser, um cidadão anónimo que levou a cabo uma missão pessoal tendo por base princípios altruístas.

Georg Elser era um cidadão normal, um dos milhares de alemães que olhava com preocupação a ascensão do nazismo e a escalada de violência e destruição. A conformidade e o entusiasmo ante a histeria nacional não faziam parte do seu feitio. Tudo isso, a par da sua oposição política, do sentido de justiça e de um carácter vincado, lhe concedeu a energia para planear durante mais de um ano – com extremo cuidado e um firme sentido da meticulosidade -, um atentado contra Hitler.

Aproveitou as artes do seu ofício para trabalhar na criação e montagem da sua própria bomba que chegou a funcionar, matando 8 pessoas, mas Hitler não foi uma delas. Esta é a história completa dos acontecimentos que motivaram Georg Elser e do que aconteceu após o atentado.

Georg Elser é uma das personalidades mais admiráveis e menos conhecidas da história do século XX

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25 Anos d’Orfeu

A 4 de dezembro de 2020 assinalaram-se os 25 Anos d’Orfeu AC. Esta associação cultural de Águeda tem promovido uma extraordinária actividade cultural.

Para se apreciar devidamente o seu trabalho, nada como dar uma saltada ao seu sítio web.

Dadas as restrições actuais à realização de espectáculos, editaram um vídeo, “d’Orfeu AC Vida Selvagem”, que podem ver AQUI. Aconselham a ficarem até ao fim, mesmo depois dos créditos finais.

Educação Financeira pela Associação Portuguesa de Seguradores

A Associação Portuguesa de Seguradores, no quadro do seu programa de Educação Financeira, tem editado livros infantojuvenis, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, procurando sensibilizar as crianças para a importância do Seguro, como forma de antecipar, minorar ou compensar as situações de risco a que os seres humanos sempre se encontram sujeitos, proporcionando às escolas e às famílias um instrumento adequado à compreensão do valor social do seguro e da sua importância para os indivíduos e para os grupos

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