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A Rapariga no Comboio

Rapariga no Comboio

Todos os dias, Rachel apanha o comboio… No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.

Até que um dia…

Rachel assiste a algo errado com o casal… É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada.

Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.

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Fala-lhes de Batalhas, de Reis e de Elefantes

fala lhes de batalhas

 

Romance histórico, vencedor dos prémios Goncourt des lycéens e do Livro em Poitou-Charentes.

Sinopse (wook)

13 de Maio de 1506: ao desembarcar em Constantinopla a, Miguel Ângelo sabe que enfrenta o poderio e a cólera de Júlio II, papa guerreiro e mau pagador, para quem deixou preparada a edificação de um túmulo em Roma. Mas como não havia de responder ao convite do sultão Bayazid, que, depois de ter recusado os planos de Leonardo da Vinci, lhe propõe a concepção de uma ponte sobre o Corno de Ouro?

Assim começa este romance, todo ele feito de alusões históricas, que se serve de um facto concreto para expor os mistérios daquela viagem.

Perturbante como o encontro do homem do Renascimento com as belezas do mundo otomano, exato e cinzelado como uma peça de ourivesaria, este retrato do artista em pleno trabalho é também uma fascinante reflexão sobre o ato de criar e sobre o simbolismo de um gesto inacabado para a outra margem da civilização.

É que, através da crónica dessas poucas semanas da História, Mathias Énard esboça uma geografia política cujas hesitações ainda hoje, passados cinco séculos, são igualmente sensíveis.

CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Ao morrer, quase nonagenário, Miguel Ângelo ainda guarda de Constantinopla “uma vaga luz, uma doçura subtil mesclada de amargura, uma música distante”. É a música sublime que atravessa este romance, tão harmonioso e inesquecível quanto a ponte que nunca existiu.»
José Mário Silva, Expresso

Vê o filme, lê o livro

modista

A vingança está outra vez na moda.

Dungatar é uma pequena cidade no interior da Austrália, mas onde as mulheres se vestem como modelos parisienses. Após 20 de ausência, Tilly Dunnage, uma jovem bela e reservada, regressa da Europa para cuidar da mãe. Tinha abandonado a sua terra natal em circunstâncias adversas e os habitantes recebem-na com desconfiança, mas ela conquista-os um a um através do seu enorme talento como modista.

Todavia, cedo ressurgem os velhos rancores. É então que Tilly se apaixona e Dungatar, outrora pacata, mergulha no caos.

Crítica