Aprender a rezar na Era da Técnica

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Aprender a rezar na Era da Técnica

de Gonçalo M. Tavares

Caminho

Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França em 2010

 

Colóquio Letras – recensão

Este livro insere-se numa tetralogia denominada «Livros Negros»: Um Homem: Klaus Klump, A Máquina de Joseph Walser, Jerusalém e, agora, Aprender a rezar na Era da Técnica.
Lenz Buchmann é um homem atroz. Como médico, despreza os doentes. Como político, despreza a sociedade. Como marido…, como irmão… Como filho, enaltece irracionalmente o pai porque é assim que se comportam os homens desprezíveis.

«Depois do magistral Jerusalém, Gonçalo M. Tavares encerra a tetralogia “O Reino” com um romance de ideias sobre a natureza, a natureza humana e a natureza da política. […] Tavares é capaz de transformar um episódio comezinho, como as pessoas à espera de comboio, numa reflexão sobre a relação entre o espaço e o tempo. E tem frases fortíssimas, como na cena elidida (Lenz a visitar o túmulo do pai): “aquele que vai morrer despede-se daquele que já está morto”. É, aliás, isso que se joga em todo este romance: a substituição do divino por “técnicas” igualmente omnipotentes. E igualmente frágeis.»

Pedro Mexia, Público

 

Os Livros que Devoraram Meu Pai

Os Livros que devoraram o meu pai - Afonso Cruz

Os livros que devoraram o meu pai

A estranha e mágica história de Vivaldo Bonfim
de Afonso Cruz
Editorial Caminho
Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009
Plano Nacional de Leitura
Afonso Cruz
Além de escrever, Afonso Cruz é ilustrador, realizador de filmes de animação e compõe para a banda de blues/roots The Soaked Lamb (onde canta, toca guitarra, harmónica e banjo). Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e haveria, anos mais tarde, de viajar por mais de sessenta países. Vive com a sua família num monte alentejano onde, além de manter uma horta e um pequeno olival, fabrica a cerveja que bebe. Em 2008, publicou o seu primeiro romance, A Carne de Deus – Aventuras de Conrado Fortes e Lola Benites e, em 2009, Enciclopédia da Estória Universal, galardoado com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco – APE/Câmara Municipal de Famalicão. Escreveu, ainda, Os Livros Que Devoraram o Meu Pai (Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009), A Contradição Humana (Prémio Autores 2011 SPA/RTP; seleção White Ravens 2011; Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011) e A Boneca de Kokoschka.

“Os Lusíadas” – novas versões

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Os Lusíadas em Prosa

versão de Amélia Pinto Pais
Areal Editores
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Os Lusíadas para Gente Nova

de Vasco Graça Moura

Gradiva Publicações

Um livro admirável em que Vasco Graça Moura, um dos mais destacados poetas portugueses, dialoga, em verso, com o texto camoniano, iluminando, esclarecendo e exaltando o canto originário. Através de um perfeito equilíbrio entre a reescrita modernizadora e a fidelidade à estrutura e aos significados da epopeia de Camões, Vasco Graça Moura assina uma obra indispensável a professores, educadores e jovens, para a compreensão fluída, correcta e abrangente de Os Lusíadas pelas novas gerações.

«A solução compositiva escolhida é excelente: a voz de Camões foi extensa e fielmente preservada; a voz do segundo (ou primeiro?) narrador-comentador ilumina, esclarece e exalta o canto originário. Só um grande poeta é capaz de dialogar assim com Camões, alcançando um admirável equilíbrio entre a reescrita modernizadora e a fidelidade à estrutura e aos significados da epopeia

Vítor Aguiar e Silva

Viagem pela Alma Humana

Viagem pela Alma Humana

Viagem pela Alma Humana

de Francesco Alberoni
Bertrand Editora

Como reconhecer um verdadeiro amigo? Como distinguir quem nos mente, quem nos engana? Como saber se um amor está profundamente enraizado ou se não passa de uma simples presunção? Na vida privada como na vida profissional, são muitas as situações em que gostaríamos de saber ler os cambiantes da alma humana e destrinçar entre sinais contraditórios, nos quais aos mecanismos muitas vezes envolvidos pela psique se juntam os preconceitos enganadores que ofuscam a nossa interpretação de personagens vaidosas ou humildes, generosas ou gananciosas, corajosas ou mesquinhas, construtoras ou destruidoras. Conhecê-las é uma das viagens mais fascinantes que podemos empreender.

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Dois clássicos sobre dependências

Chegava-nos com bastante frequência pedidos dos nossos leitores relativamente aos livros que se apresentam neste post. Finalmente conseguimos adquiri-los e estão disponíveis para ler.

Trata-se de dois clássicos sobre um assunto muito delicado mas que continua muito presente e que ser objecto de grande curiosidade pelos nossos alunos, tal como era há mais de 30 anos quando ambos foram publicados pela primeira vez.

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Os Filhos da Droga

Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituta…
de Christiane F.
Bizâncio
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para os 10º, 11º e 12º anos de escolaridade como sugestão de leitura.
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O grande clássico do género:

Viagem ao Mundo da Droga

de Charles Duchaussois
 Bizâncio