Pecha Kucha – o que é?

nota: à exceção dos pequenos filmes incluídos, o filme é “mudo” porque se trata de uma apresentação e, em princípio, será sempre objeto de uma intervenção ao vivo de um orador. Entendemos que é suficientemente explícita para poder prescindir de uma gravação da nossa voz (que está longe de ter uma qualidade radiofónica).

Este filme resulta de uma apresentação feita em PowerPoint e convertida em SWF e, depois, em FLV.
O Pecha Kucha é uma modalidade de apresentação de PPT de 20 diapositivos com 20 segundos para cada um. Em princípio dará para uns 6 minutos e 40 segundos. Porém, na conversão entre os formatos acima referida, nota-se um atraso na transcrição de alguns diapositivos e o vídeo acaba por durar 7 minutos e 14 segundos.
Pretende-se com este vídeo mostrar aos interessados o que é um Pecha Kucha através de um Pecha Kucha sobre Pecha Kucha.
Em muitos locais, pelo mundo fora, fazem-se sessões (muito animadas e regadas, pelo que dizem) com a apresentação de trabalhos executados por entusiastas.
A apresentação tem dois vídeos retirados do YouTube e que se tomou a liberdade de utilizar.
O primeiro de um senhor que se dá pelo nome de mcMIKEdermott-TV: http://www.youtube.com/user/mcmikedermott?feature=watch
O segundo é um pedaço de um filme da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC TV) sobre uma sessão pública que levaram a cabo em Coimbra, no centro cultural D. Dinis (saudades!!! muita noite por lá andámos): http://www.youtube.com/user/esectv?feature=watch

Consideramos esta forma de fazer apresentações um ótimo exercício para o trabalho nas escolas, quer para professores, quer para alunos.
Neste momento estamos a fazer um experiência pedagógica e este trabalho servirá de modelo e, ao mesmo tempo, de motivação.
Espero que gostem.

Biblioteca da Escola Secundária da Mealhada

Pedro Miguel Semedo

Professor Bibliotecário

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Lusofonia

 

O objetivo fundamental desta atividade é estudar e dar a conhecer, quer o rico património oral, que são os contos tradicionais, quer alguns textos de autores de qualidade reconhecida. Uns e outros foram divulgados e produzidos nos oito países que têm o Português como primeira língua ou como língua oficial: Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e Timor.
As histórias tradicionais não têm autor conhecido. Foram transmitidas até nós, oralmente, desde tempos muito recuados, vindas não se sabe bem donde. Surgiram aqui e ali, atravessaram os continentes, transpuseram fronteiras, cruzaram os mares. Foram-se transformando, conforme as línguas e as culturas que as apropriaram. Ao longo dos séculos, cada povo e cada contador foram-lhes dando uma feição muito própria. “Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto”, diz o ditado popular. É isso que se espera dos contadores dos 5.º, 6.º e 7.º anos.
As narrativas literárias são histórias, ou, como se diz já muitas vezes, estórias com assinatura. São criações de autores com vida, figura e nome conhecidos. Algumas dessas estórias tornaram-se muito populares, muitas vezes porque se basearam em narrativas antigas ou se construíram a partir de episódios ou de contextos muito familiares daqueles que os leem. Embora possam ser recontadas com outros dizeres, é mais agradável e enriquecedor ouvi-las tal qual os autores as escreveram. Têm uma linguagem e um ritmo próprios. É o que queremos ouvir das leituras dos alunos dos 8.º e 9.º anos.
A Coordenadora do projeto,

Maria João Teles

Umberto Eco: “O excesso de informação provoca amnésia”

Em entrevista de 30 de Dezembro de 2011, conduzida por Luís António Giron, da publicação “Época“, o garnde intelectual italiano, Umberto Eco tece algumas considerações interessantes sobre a Internet, os e-books e a situação política e económica da Europa e da Itália. Também se fala se fala de literatura e do impacto, por vezes estranhos, que provoca nos diversos públicos.

(clicar na imagem)