Oferta

A fundação Calouste Gulbenkian ofereceu à nossa biblioteca um exemplar da “Agenda 2013”, magnificamente ilustrada por Danuta Wojciechowska, reunindo ilustrações de diversos livros publicados nos últimos anos, e editada pela Lupa.

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A Fundação Calouste Gulbenkian é uma instituição que já prestou um serviço ao nosso país que nunca poderemos alguma vez retribuir convenientemente. Tem sido muito generosa para com a nossa biblioteca, apoiando-nos em dois projetos, contribuindo para a renovação e modernização da nossa coleção, através da aquisição de material bibliográfico, e do apetrechamento com algum material  audiovisual e informático.

Os colaboradores da Fundação com quem temos contactado demonstraram sempre grande disponibilidade em ajudar e amabilidade no trato.

Hoje fomos surpreendidos pela oferta desta agenda que se destina a estimular a leitura uma vez que, a acompanhar as ilustrações, surgem citações de autores a descobrir.

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Mais um policial da Escandinávia

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Flores Caídas no Jardim do Mal

Mons Kallentoft

Dom Quixote

Opinião do blogue Menina dos Policiais:

Flores Caídas no Jardim do Mal é o quarto volume da que inicialmente era a tetralogia de Mons Kallentoft, correspondente às estações do ano. Mas este livro não encerra a saga de Malin Fors, que tanto ainda tem por contar. Efectivamente, a trama referente a Maria Murvall e que tem vindo a arrastar-se durante a saga, ainda não tem solução conhecida, o que me deixa uma vez mais, a ansiar pela leitura do próximo livro protagonizado por Fors.

 

 

Viagens

NosPassosMagalhães Capa

Nos passos de Magalhães

Gonçalo Cadilhe

Oficina do Livro

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para os 10º, 11º e 12º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Nos Passos de Magalhães é  um livro de viagens que tem como fio condutor a vida de Fernão de Magalhães.
De Lisboa às Filipinas, da Micronésia à Patagónia, de África a Insulíndia, Gonçalo Cadilhe construiu uma biografia itinerante do primeiro europeu a chegar ao pacífico e reconstruiu a viagem realizada há 500 anos, a primeira a volta do globo.
Episódios da R.T.P.

Outro clássico americano

Mataram a Cotovia

de Harper Lee

Vídeo no D.N.

Crítica Ípsilon

por Helena Vasconcelos: O silêncio dos inocentes

Harper Lee (n. Monroeville, Alabama, 1926) é uma das escritoras mais amadas da literatura americana  (…), Juntamente com Huckleberry Finn, de Mark Twain, e principalmente com À Espera no Centeio, de J.D. Salinger, a obra-prima de Harper Lee forma uma trilogia de cariz iniciático para a maior parte dos jovens americanos – e não só.

Good reads: depoimento de Sara

Um clássico americano

À Espera no Centeio

de J. D. Salinger

Depoimentos:

Na Wikipédia

No blogue “Leituras do médico”:  “The Catcher In The Rye”, traduzido para português como “À Espera No Centeio”, é O Livro de J.D.Salinger, e é também um dos livros que definiram determinadas trajectórias das letras e do viver americano do pós-guerra. Foi dos livros ao mesmo tempo mais proibidos e mais estudados nas Universidades americanas desde a sua publicação.

Em “Rascunho”

Em “Notas ao acaso”

Cosmópolis de Don DeLillo

Eric Packer é um multimilionário que enriqueceu com a bolsa, tem 28 anos, e decide sair da sua rica mansão e tomar a limusina para ir cortar o cabelo, pelo que tem de atravessar Manhattan. Esta travessia torna-se uma viagem vertical, um autêntico desfile de figuras e acontecimentos bizarros, paisagem da moderna alma ocidental de fim de século.
Críticas:

“Fragmentado […], perturbador, sarcástico e obscuro q.b., o último romance do escritor italo-americano ficciona alguns dos temas mais prementes da actualidade. Aqueles que o acusam de inverosimilhança andarão distraídos do Mundo.”
Ana Cristina Leonardo, Expresso, 24/1/04

“O tempo deste livro são os anos 90 convergindo para um único dia de Abril de 2000, na baixa de Manhattan, entre o East Side e o West Side da rua 47. […] Ao longo desta lenta odisseia por um corte de cabelo, desfila Nova Iorque […]. Mas não apenas. Há um violento protesto de antiglobalização em Times Square, com um manifestante a imolar-se pelo fogo. Há um funeral solene de um rapper sufi. Há a derradeira rave tecno. Há centenas de figurantes de um filme deitados na rua, nus.”
Alexandra Lucas Coelho, Público Mil Folhas, 10/1/04

Companhia das Letras

Livrada!

Filme:

IMDB

O lado selvagem

Baseado no caso real de Christopher McCandless, de vinte e dois anos que, ao terminar a faculdade, doou todo o seu dinheiro a uma instituição de caridade, mudou de identidade e partiu em busca de uma experiência genuína que transcendesse o materialismo do quotidiano.

Começando a sua viagem pelo Oeste americano, Christopher dá igualmente início a uma aventura que mais tarde viria a encher as páginas dos jornais e que termina com a sua morte no Alasca. Uma morte misteriosa… Acidental ou propositada? Um livro comovente que cativa o leitor pela forma como é retratada a força indomável de um espírito rebelde e lírico.

Este livro deu origem a um filme:

SAPO cinema

IMDB

Persépolis de Marjane Satrapi

tradução de Duarte Sousa Tavares

edição Contraponto

A adolescência de Marjane Satrapi foi a preto e branco. O livro que a autora iraniana escreveu e desenhou não podia ser de outra maneira. (crónica da TSF)

Opinião Porta-Livros

Este livro deu origem a um filme de animação extremamente bem recebido pelo público e pela crítica:

IMDB

Página da Sony Classics

Tecnologia

 

Multimédia e Tecnologias Interativas

Nuno Magalhães Ribeiro

Introdução aos conceitos, tecnologias e metodologias que suportam o desenvolvimento de aplicações multimédia e hipermédia interativas. Apresentam‐se as noções fundamentais associadas ao multimédia, incluindo os conceitos, as técnicas e os exemplos mais atuais sobre os vários tipos de aplicações.

Inclui extratexto com figuras a cores No final de cada capítulo, o autor apresenta um conjunto de exercícios que ajudam o leitor a desenvolver os seus conhecimentos. Esta obra disponibiliza ainda a correspondência dos principais termos técnicos para o português do Brasil.

Biblioteca Software Livre – Produção 3D Com Blender de Personagens Bípedes

Biblioteca Software livre – Produção 3D Com Blender Para Arquivos e Personagens

de Pedro Bastos

edição FCA

Paul Theroux – viagens

Narrativas de viagens:

A biblioteca adquiriu estas obras de Paul Theroux.

O grande bazar ferroviário é a narrativa que o autor fez pelos caminhos-de-ferro da Ásia. Repleta de evocativos nomes de comboios lendários, descreve os muitos lugares, culturas e paisagens por onde passou e as pessoas fascinantes que conheceu.

A Arte da Viagem.

Regresso à Patagónia

de Bruce Chatwin e Paul Theroux

da Quetzal

opinião

Novos portugueses

«Matteo responde a um anúncio de emprego. Toca à campainha e uma mulher recebe-o. Mas a mulher apresenta uma particularidade estranha. É a primeira proposta de trabalho de Matteo em muitos meses: aceita-a. Mas Matteo não suporta aquele ofício durante muito tempo. Responde a um novo anúncio. Toca à campainha e um homem abre a porta e recebe-o. De novo, a mesma particularidade estranha.
Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas – até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego»

Opinião

(clicar na imagem: notícia do Expresso)

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares, escritor português, nasceu em 1970.

Estão em curso cerca de 230 traduções com edição em quarenta e seis países.

Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas metragens e objetos de artes plásticas, vídeos de arte, ópera, performances, projetos de arquitetura, teses académicas, etc.

Em Portugal recebeu vários prémios.

Dele disse José Saramago: «’Jerusalém’ [já existente na biblioteca] é um grande livro, que pertence à grande literatura ocidental. Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater!».

Mais pormenores:  Blogue

Aquisições:

«Descia Mercator umas pequenas escadas quando deparou com o filósofo, pobremente vestido, sentado no chão, contra a parede, a comer lentilhas. Arrogante, mais do que era seu costume, cheio de vaidade pela riqueza que ostentava, e pelo estômago farto, disse, para Diógenes:
– Se tivesses aprendido a bajular o rei, não precisavas de comer lentilhas.
E riu-se depois, troçando da pobreza evidenciada por Diógenes. O filósofo, no entanto, olhou-o ainda com maior arrogância e altivez. Já tivera à sua frente Alexandre, o Grande, quem era este, agora? Um simples homem rico? Diógenes respondeu. À letra:
– E tu – disse o filósofo – se tivesses aprendido a comer lentilhas, não precisavas de bajular o rei.»

Retirado de LEYA

Opinião: casa da palavra (Brasil)

(clicar na imagem)