Lembrar para compreender: a agonia do Estado Novo e os enigmas da sua longevidade

No passado dia 29 de Abril de 2011, no âmbito das actividades comemorativas do 25 de Abril este ano, foi proferida na Escola Secundária da Mealhada uma conferência pelo Prof. Doutor Álvaro Garrido, organizada pelo grupo de História e pela Biblioteca. O conferencista é professor na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, doutorado em História Económica e Social, investigador premiado e com obra importante sobre a História de Portugal do séc. XX.

A conferência teve como tema central a questão da longevidade do Estado Novo, uma vez que o autor considera intrigante e fundamental perceber porque é que este regime foi “a mais duradoira das ditaduras europeias que se formaram no período das duas guerras e a mais institucionalizada de todas elas”.

Como historiador que é, considera que a melhor maneira de comemorar o 25 de Abril é evitar o esquecimento e combater uma certa “amnésia deliberada”. A História será, pois, uma forma de construir uma “memória estruturada num discurso ordenado e racional sobre o passado”.

Álvaro Garrido apresentou seis teses que poderão explicar a longevidade do Estado Novo e do Salazarismo. (artigo completo no blogue associado)

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