Economia para todos

Freakonomics

de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner

Os autores, um jornalista e outro economista, escreveram um grande êxito editorial cujo título foi Freakonomics. Gerou tamanho êxito que surgiram numerosos imitadores que tentaram e continuam a tentar a mesma fórmula: escrever livros divertidos e leves sobre coisas chatas e complicadas e, com isso, ganhar dinheiro, de preferência muito. Alguns conseguiram, outros não. Tanto em termos de rendimento como no estilo.

Baseando-se em estudos científicos disponíveis, procuravam dar uma visão ao público de determinados fenómenos da vida quotidiana através dos conhecimentos e métodos da economia.Por exemplo, que impacto tem o nome que os progenitores dão aos filhos ao longo da vida de um indivíduo. Ou uma provável relação entre a descriminalização do aborto e o decréscimo da taxa de criminalidade duas décadas depois. Ou porque é que o tráfico de droga não é, afinal, tão rendível para a maior parte dos traficantes como seria suposto pensar. Ou como a avalição de professores e de escolas é feito no sistema educativo americano e que efeitos tem.

Mais de quatro milhões de exemplares vendidos depois, em 35 línguas, os dois autores regressam com um novo livro que aborda questões tão insólitas como a prostituição ou o aquecimento global e revelam como as pessoas reagem aos incentivos. Também chegam a conclusões arrojadas, divertidas e, acima de tudo, surpreendentes.

Literatura portuguesa

Uma novidade:

Os íntimos

Inês Pedrosa

Crónica de Patrícia Reis.

Outros autores:

Enquanto Salazar dormia

Domingos Amaral

opinião

Café República

Álvaro Guerra

segundo o editor

O ano da morte de Ricardo Reis

José Saramago

“Ricardo Reis nasceu em 1887 (não me lembro do dia e do mês, mas tenho-os algures), no Porto, é médico e está presentemente no Brasil.”
Fernando Pessoa
“Ricardo Reis regressou a Portugal depois da morte de Fernando Pessoa.”
José Saramago
in O Ano da Morte de Ricardo Reis, Lisboa, 18ª ed., Editorial Caminho, 2009.

Segundo a opinião de alguns leitores, este foi o melhor livro que Saramago escreveu.


Informação:


Roberto Bolaño

 

A Literatura Nazi nas Américas

Roberto Bolaño

 

Segundo o editor:

A Literatura Nazi nas Américas é uma enciclopédia ficcional composta de pequenas biografias de autores pan-americanos imaginários. Estes personagens literários são retratados no interior de uma galeria de medíocres alienados, homens solitários e abandonados pela História, nascisistas, leitores e autores talentosos, criminosos, mas também snobes com sonhos de grandeza e capazes de gestos que os distinguem da banalidade do mal. E, a verdade, ainda que inventados, estes escritores são personagens de histórias, essas sim reais, de grandes nomes da literatura das Américas.

Segundo o blogue Pó dos livros.

O autor: Roberto Bolaño Ávalos (1953 — 2003), de nacionalidade chilena, é considerado por muitos críticos como o escritor mais importante de entre os autores latino-americanos de sua geração.

Há outros títulos do autor disponíveis na Biblioteca Municipal.

Wikipédia

Mais BD

O Santuário de Gondwana

da colecção As aventuras de Blake & Mortimer
Mortimer trouxe uma misteriosa rocha da sua expedição ao Pólo Sul e está agora na pista de uma civilização fantástica, cujo berço parece situar-se nas entranhas da cratera do Ngorongoro, não longe do lago Victória. É assim que começa uma fantástica aventura africana que, pela primeira vez, conduzirá os nossos dois heróis à África negra e ao Tanganyka (actuais Quénia e Tanzânia).
Com este regresso dos dois célebres “gentlemen” da banda desenhada, Yves Sente e Juillard assinam um “thriller” que surpreenderá e fascinará todos os fãs da mítica série Blake & Mortimer.
Uma opinião: Notas bedéfilas

Lucky Luke Contra Pinkerton

de Achdé, Pennac e Benacquist

A Menina de Bois-Caiman

2 vol.

François Bourgeon
Opiniões:
Central Comics livro 1 livro 2

Novidades: ensaios

“História do Mundo sem as Partes Chatas”

de Fernando Garcés Blázquez

A Vantagem de Ser Mulher

Susan Nolen Hoeksema

Este livro dá às mulheres as ferramentas para gerirem as suas competências como empresárias e gestoras, mães e esposas, mentoras e líderes comunitárias – e como indivíduos em busca da realização dos seus talentos e sonhos.

Você Está Aqui

Christopher Potter

Este livro é de divulgação científica e fala-nos sobre a exploração do Universo e da nossa relação com ele, tal como se pode ver através das lentes do pensamento científico mais avançado.

Christopher Potter explica-nos o significado daquilo a que chamamos o Universo. Conta a história de como algo evoluiu do nada e se tornou em tudo o que existe.

Dois livros sobre o Estado da (nossa) Nação

Como o Estado gasta o nosso dinheiro

de Carlos Moreno

O autor foi Juiz Conselheiro do Tribunal de Contas e, ao longo de 15 anos, assinou mais de 100 relatórios de auditoria. Dá aqui conta da sua visão sobre como os nossos impostos têm vindo a ser gastos.

Uma Tragédia Portuguesa

de António Nogueira Leite com Paulo Ferreira

Duas opiniões: blogues Albergue espanhol e Estado social

Quem quer ser bilionário?

Quem Quer Ser Bilionário?

de

Vikas Swarup
O que diz o editor:
Por que está Ram, um pobre empregado de mesa de Bombaim, na prisão?
a) Esmurrou um cliente
b) Bebeu demasiado whisky
c) Roubou dinheiro da caixa
d) É o vencedor do maior prémio de sempre de um concurso televisivo
A resposta certa é a alínea d).
Ram foi preso por responder correctamente às doze perguntas do concurso televisivo Quem Quer Ser Bilionário?.
Porque um pobre órfão que nunca leu um jornal ou foi à escola não pode saber qual é o mais pequeno planeta do sistema solar ou o título das peças de Shakespeare. A não ser que tenha feito batota.
Mas a verdade é que foi a própria vida a fornecer-lhe as respostas certas às dozes perguntas cruciais. Desde o dia em que foi descoberto num caixote do lixo que Ram revela instintos de sobrevivência infalíveis e aparatosamente criativos. Espantando uma audiência de milhões, serve-se dos seus conhecimentos de rua para arranjar respostas não só para o concurso televisivo mas também para a própria vida.
Na história do jovem Ram concentra-se toda a comédia, a tragédia, a alegria e a amargura da Índia moderna.
Opiniões: Academia dos Livros (blogue); Estante de Livros (blogue)

Obras de Ricardo Cabral

Ricardo Carvalho é um ilustrador e autor de Banda Desenhada português. Editou até agora duas obras, Israel Sketchbook eNew Born – 10 dias no Kosovo que adquirimos há pouco tempo para a nossa biblioteca.

Nascido em 1979, o autor publicou até agora 3 obras, as duas adquiridas e uma outra denominada “Everest”.

Os dois livros não são narrativas ficcionadas em banda desenhada, como estamos habituados, mas relatos de viagens feitas a Israel e ao Kosovo. Traduzem as experiências que o próprio autor viveu e exprimem o seu ponto de vista, utilizando algum texto e, sobretudo, muito e boa ilustração. Em termos gráficos, mistura desenho e pintura com alguma fotografia, como se fossem apontamentos visuais da realidade vivida. A sua leitura exigirá muito mais atenção à comunicação visual do que à leitura.

Novidades: filmes

“A Missão” constituiu um grande êxito na sua estreia.

Conta uma história em que entram portugueses e espanhóis, da época em que reinava D. José I e mandava Marquês de Pombal. Os dois Impérios ibéricos disputavam um território  que hoje constitui uma zona fronteiriça entre o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai. Por aí. Só que viviam lá povos indígenas (Guaranis) e o filme aborda o efeito que os interesses coloniais puseram em causa o modo de vida e a sobrevivência destas pessoas

Não é muito simpático para com os portugueses de então e da colonização ibérica daquelas paragens.

Outro tremendo êxito.

Este é um filme sobre relações entre pessoas, algumas adultas, outras adolescentes, de encontros e desencontros de gente à procura de amor. Entre outras coisas.

Um grande filme de guerra, um dos melhores alguma vez feito sobre o assunto. Aqui se mostra o dilema que a guerra produz nos que nela se vêm envolvidos, a noção de dever e de sacrifício. Conta a história da conquista da ilha de Iwo Jima pelos americanos na II Guerra Mundial, mas tendo essencialmente o ponto de vista dos japoneses.

Dois filmes franceses sobre o amor (e a paixão) e as opções que nos leva a tomar.

odelfim_cartaz

A obra “O Delfim” (trailer) é inspirado no livro homónimo de José Cardoso Pires e traduz de forma muito competente a ideia principal: uma visão do Portugal do final da Ditadura.

O livro é uma das obras primas da literatura portuguesa e há na biblioteca um exemplar para empréstimo.

Vale a pena ler o livro e ver o filme.

Um excelente filme de Woody Allen, passado no tempo da Grande Depressão dos anos 30, em que uma mulher, para fugir a um quotidiano violento e miserável, assiste vezes sem conta ao mesmo filme e, um dia, algo de extraordinário acontece.

 

Uma comédia muito original e inteligente, com excelentes actores. Descubram porquê.

 

Associação D’Orfeu

A associação D’Orfeu é uma associação cultural de grande mérito de Águeda.

Vale a pena estar atento ao que eles fazem e para isso aconselhamos a consulta do sítio da associação.

Organizam muitas actividades de formação e espectáculos ao longo do ano, com impacto significativo.

Há na biblioteca, entrada recentemente, uma publicação, “Contexto & Significado” que conta a história da associação e que contém um documentário em DVD que fala do tipo de música que desenvolvem.

Para quem conhece, foi daqui que nasceu os “Danças Ocultas”, projecto musical de grande nível e originalidade, “Toques do Caramulo”, entre outros.